ROTEIRO SOBRE EMISSOR de CUPOM FISCAL- ECF
- Tipo, marca e modelo do ECF e versão de seu Software Básico, conforme indicados no pedido protocolizado na Secretaria-Executiva da COTEPE/ICMS;
- Razão social do fabricante ou importador;
- CNPJ do fabricante ou importador;
- Indicação de produto em OEM;
- Indicação do fabricante original e do modelo correlato, em caso de OEM;
- Nome, telefone, fax e e-mail do representante do fabricante ou importador;
- Número e data do protocolo do pedido de análise, da Secretaria-Executiva da COTEPE/ICMS;
- Data de início da análise do ECF;
- Nome do coordenador da análise;
- Nome dos participantes na análise;
- Indicação de análise, revisão ou reanálise;
- Indicação do motivo, em caso de revisão ou reanálise;
- Indicação do número do documento da aprovação imediatamente anterior, em caso de revisão ou reanálise.
Parte I - Inspeção inicial do material recebido
Procedimento 1 - Material recebido
Entradas:
- Material recebido para análise.
- Cópia do pedido de análise protocolizado, fornecida pela Secretaria-Executiva da COTEPE/ICMS, com indicações de tipo, marca e modelo do ECF e versão de seu Software Básico.
Ações:
Desembalar todo o material recebido, verificar a presença dos itens seguintes e registrar no RAE as discrepâncias encontradas. Todos os meios eletrônicos recebidos devem conter etiquetas rubricadas que identifiquem o seu conteúdo.
- revisão para correção de erro de Software Básico de ECF já homologado;
- análise de ECF com Software Básico idêntico ao de ECF já homologado ou em processo de análise, de mesmo fabricante ou de fabricante distinto;
- comandos de programação;
- comando para transferência do conteúdo da Memória Fiscal para arquivo em formato hexadecimal ou binário;
- a transferência dos dados gravados na MFD, via porta serial, para arquivo que possa ser tratado por sistema de banco de dados comercialmente disponível para ambiente Windows;
- a impressão de segundas vias;
- a recuperação dos dados a partir das informações impressas na Redução Z para um arquivo que possa ser tratado por sistema de banco de dados comercialmente disponível para ambiente Windows;
Se for recebida amostra ou emulador de periférico necessário à execução de funções fiscais no ECF, registrar no RAE o tipo e a identificação – incluindo marca, modelo e número de fabricação, se aplicáveis – da amostra ou do emulador. Cada amostra, ou emulador, deve estar acompanhada de suas instruções de operação e das conexões físicas necessárias a sua utilização.
Resultado:
- Anotação das discrepâncias encontradas ou da expressão "de acordo".
- Lista contendo tipo e identificação de todos os periféricos e emuladores recebidos.
Procedimento 2 – Identificação externa do ECF
Entradas:
- Os ECF recebidos, verificados no Procedimento 1.
Ações:
Examinar o número de fabricação de cada ECF, que deve estar visível, gravado em relevo em plaqueta metálica de identificação fixada externamente na parte da estrutura do ECF onde se encontra o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal. As indicações externas de tipo, marca e modelo do ECF devem estar contidas nessa mesma plaqueta de identificação.
O número de fabricação do ECF deve corresponder a um conjunto, individual para cada equipamento, de até vinte caracteres alfanuméricos.
Um dos ECF deve estar sem a resina de fixação do dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal ou qualquer outra resina aplicada ao hardware e sem o encapsulamento dos recursos da MFD, caso existam. O outro ECF, se houver, deve apresentar a resina de fixação do dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal e o encapsulamento dos recursos da MFD, caso existam.
Resultados:
- Anotação das discrepâncias encontradas ou da expressão "de acordo".
- Preenchimento dos números de fabricação dos ECF nos campos correspondentes do cabeçalho do RAE.
Procedimento 3 – Listas de material
Entradas:
- Material recebido para análise.
- Declaração verificada em 1.15.
- Declaração verificada em 1.16.
Ações:
Confrontar o material recebido com o conteúdo das declarações verificadas em 1.15 e 1.16 e registrar no RAE as discrepâncias encontradas.
Resultado:
- Anotação das discrepâncias encontradas ou da expressão "de acordo".
Parte II – Análise Estrutural do Hardware
Procedimento 4 – Recursos externos do ECF
Entradas:
- Um dos ECF recebidos, verificados no Procedimento 1.
- Instruções de operação para usuário verificadas em 1.2.
- Régua, ou equivalente.
Ações:
Inspecionar, sempre que aplicável, itens como: teclados, botões, interruptores, conectores, mostradores, acionadores de discos, entradas de alimentação de papel, chaves, plaquetas de identificação, dispositivos para instalação de lacres, e gavetas. Identificar as funções de botões, interruptores, conectores, mostradores e chaves.
O ECF deve possuir:
Se houver entrada para bobina de papel, a largura mínima da bobina suportada deve ser 55mm, para ECF alimentado por bateria, ou 70mm, para ECF não alimentado por bateria.
Resultados:
- Anotação das discrepâncias encontradas ou da expressão "de acordo".
- Tabela contendo tipos e funções de todos os botões, interruptores, conectores, mostradores e chaves existentes.
Procedimento 5 – Sistema de lacração do ECF
Entradas:
- Um dos ECF recebidos, verificados no Procedimento 1.
Ações:
Examinar o sistema de lacração existente, registrar sua descrição física e localização. O sistema de lacração deve, com a instalação de lacres na parte externa do ECF, impedir o acesso físico à Placa Controladora Fiscal, ao dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal e ao circuito de controle do mecanismo impressor. O acesso físico a atuadores (drivers) e sensores desse circuito de controle pode ser permitido pelo sistema de lacração desde que esses atuadores e sensores não estejam localizados na Placa Controladora Fiscal.
Aberturas desobstruídas existentes na parte externa da estrutura do ECF não devem permitir o acesso físico às partes protegidas pelo sistema de lacração.
Resultados:
- Descrição física e localização do sistema de lacração.
- Anotação da expressão "sistema de lacração satisfatório" ou descrição das falhas constatadas no sistema de lacração.
- Anotação de discrepâncias constatadas em relação a aberturas existentes na parte externa da estrutura do ECF.
Procedimento 6 – Aparelhos e dispositivos internos agregados ao hardware dedicado às funções fiscais
A não localização do sensor indicador de ausência de papel previsto neste Procedimento não determina o encerramento do processo de análise.
A ausência de informações sobre densidades de caracteres e linhas por polegada no mecanismo impressor não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
- O ECF recebido com o dispositivo da Memória Fiscal não resinado, verificado no Procedimento 2.
- Lista dos aparelhos e dispositivos eletrônicos internos agregados ao hardware dedicado às funções fiscais do ECF, verificada em 1.7.
- Instruções de operação para usuário, verificadas em 1.2.
Ações:
Confrontar os aparelhos e dispositivos eletrônicos internos agregados ao hardware dedicado às funções fiscais do ECF com a lista verificada em 1.7.
Examinar o mecanismo impressor e registrar seu tipo, marca, modelo, o número de caracteres por linha e as densidades de caracteres e linhas por polegada. O mecanismo impressor deve suportar:
- no mínimo, 38 caracteres por linha;
- densidades máximas de 22 caracteres por polegada e 9 linhas por polegada.
O ECF deve possuir sensor indicador de ausência de papel associado a cada entrada habilitada de alimentação.
Resultados:
-Anotação das discrepâncias encontradas na lista verificada em 1.7. ou da expressão "de acordo".
-Tabela contendo tipo, fabricante, marca, modelo e funções de todos os aparelhos e dispositivos eletrônicos internos agregados ao hardware dedicado às funções fiscais do ECF. Para o mecanismo impressor, deve conter também o número de caracteres por linha e as densidades de caracteres e linhas por polegada.
-Anotação do tipo do sensor indicador de ausência de papel ou da expressão "sensor indicador de ausência de papel não localizado", para cada entrada habilitada de alimentação de papel.
Procedimento 7 – Dispositivos de Memória Fiscal
Entradas:
- O ECF utilizado no Procedimento 6.
- Diagramas de circuito eletrônico do hardware, verificados em 1.5.
- Descrição funcional da programação de DLPs, verificada em 1.19.
- Arquivos-fonte de programação de DLPs, verificados em 1.20.
Ações:
Verificar o tipo, o código e a capacidade do dispositivo eletrônico utilizado para armazenar a Memória Fiscal. Esse dispositivo deve ser semicondutor, de memória não-volátil, sem recursos de apagamento por meio de sinais elétricos.
O ECF deve possuir recursos de hardware semicondutor, associados ao dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal, que impeçam a modificação de dados armazenados nesse dispositivo.
Dispositivos Lógicos Programáveis (DLPs), se utilizados como parte desses recursos, devem estar afixados mediante soquete ou conector. Quando desconectados do ECF, esses dispositivos devem permitir o acesso ao seu conteúdo programado, por meio de equipamento leitor externo.
O ECF deve possuir um ou mais receptáculos destinados a abrigar os dispositivos de Memória Fiscal envolvidos por resina de fixação. Esses receptáculos devem ser parte integrante indissociável da estrutura interna do ECF. Cada receptáculo deve ter a capacidade de abrigar completamente um dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal e seus recursos associados de hardware, preparados para aplicação de resina.
Resultados:
Procedimento 8 – Placa Controladora Fiscal
A constatação de discrepâncias referentes a características dos lacres presentes na Placa Controladora Fiscal não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Confrontar a Placa Controladora Fiscal (PCF) com sua correspondente documentação. O ECF deve possuir PCF única, que contenha:
A PCF deve atender os seguintes requisitos:
Os lacres do dispositivo do Software Básico e, caso exista, da MFD devem ser translúcidos, possuir âncora e cápsula implementadas em uma única peça e devem conter numeração própria e identificação do fabricante do ECF, em alto relevo, indissociáveis do lacre. O fio utilizado nos lacres deve ser metálico, revestido por material isolante.
Identificar e registrar os tipos, funções e códigos atribuídos pelo fabricante de todas as portas de comunicação, conectores, jumpers e interruptores (switches) presentes na PCF.
Resultados:
Procedimento 9 – Memória de Fita-detalhe (MFD)
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Examinar os recursos de hardware que implementam a MFD, no ECF em que esses recursos não apresentam encapsulamento. Se houver outro ECF recebido, nele os recursos da MFD devem estar protegidos por encapsulamento que impeça o acesso físico aos seus componentes.
Verificar tipo, código e capacidade dos dispositivos eletrônicos utilizados para o armazenamento dos dados na MFD.
Os recursos de hardware que implementam a MFD devem ser capazes de reter por tempo indeterminado os dados neles armazenados e não devem permitir apagamento ou modificação de dados gravados nos seus dispositivos de armazenamento.
Resultados:
Procedimento 10 – Interface com o mecanismo impressor
Entradas:
Ações:
Verificar as conexões de dados no mecanismo impressor e em seu circuito de controle. A conexão de dados com o mecanismo impressor deve ser única e acessível somente ao seu circuito de controle. Além dessa conexão, o circuito de controle do mecanismo impressor deve possuir uma única conexão de dados, acessível somente à Placa Controladora Fiscal.
Dispositivos Lógicos Programáveis (DLPs), se utilizados no circuito de controle do mecanismo impressor, devem estar afixados mediante soquete ou conector. Quando desconectados do ECF, esses dispositivos devem permitir o acesso ao seu conteúdo programado, por meio de equipamento leitor externo.
Resultados:
Procedimento 11 – Dispositivo do Software Básico
Entradas:
Ações:
Retirar da PCF o dispositivo que armazena o Software Básico, verificar seu tipo, código e capacidade, e realizar a leitura de seu conteúdo. Comparar o conteúdo lido com os arquivos do Software Básico em formato binário, fornecidos pelo fabricante em meio eletrônico. Efetuar e registrar o cálculo do checksum do conteúdo desse dispositivo. Verificar o conteúdo dos espaços não utilizados do dispositivo que armazena o Software Básico.
Resultados:
Procedimento 12 – Documentação Fotográfica do ECF
Entradas:
Ações:
Fotografar a estrutura externa do ECF. Devem ser fotografados e identificados os planos dianteiro, traseiro, laterais, superior e inferior do equipamento.
Itens externos como: teclados, botões, interruptores, conectores, mostradores, acionadores de discos, entradas de alimentação de papel, mecanismos de impressão, chaves, plaquetas de identificação, gavetas e dispositivos para instalação de lacres devem ser individualmente fotografados e identificados se não forem claramente visíveis nos planos fotografados.
Fotografar e identificar a vista em planta de cada uma das placas de circuito do ECF.
Se houver dois ECF recebidos, os dispositivos resinados devem ser fotografados com e sem a resina. Nesse caso, deve haver total identidade visual entre os dois ECF, com relação aos demais itens fotografados neste Procedimento, excetuados aqueles próprios da identificação de cada equipamento.
Resultados:
Parte III - Configuração Inicial do ECF
Os Procedimentos que constituem as Partes III e IV devem ser executados somente para ECF que emita Cupom Fiscal (CF), exceto CF para registro de prestação de serviço de transporte de passageiro, ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor (NFVC).
Se o ECF permitir a emissão de mais que um desses documentos, os Procedimentos que prevêem suas emissões devem ser repetidos para cada um deles.
Procedimento 13 – Programação
Entradas:
Ações:
Levantar, com base nas instruções de operação para usuário e nas instruções de programação, a relação de totalizadores programáveis.
Todas as programações indicadas a seguir devem ser feitas de forma a explorar a capacidade máxima permitida de totalizadores, mensagens e discriminações.
Entrar em Modo de Intervenção Técnica (MIT). Para colocar o equipamento em MIT, o interruptor verificado em 8.5 deve estar em estado de circuito aberto. Uma Leitura X (LX) deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Se o ECF dispõe de MFD, a LX não deve ser emitida. Se a LX for emitida, verificar os requisitos R3 e o Contador de Ordem de Operação (COO), que deve ter o valor "1".
Se o ECF dispõe de MFD, iniciar a MFD.
Programar todos os totalizadores com cargas tributárias (alíquotas) distintas. Programar o Número de Ordem Seqüencial do ECF (ECF) com valor diferente de zero. Programar os números da loja e do operador, se houver. Programar os percentuais de desconto e de acréscimo, se houver. Se o ECF permitir a operação de desconto sobre prestações vinculadas ao ISSQN, esta deve ser habilitada. Definir e programar os parâmetros de programação existentes. Os valores dos parâmetros devem ser definidos mediante consulta aos representantes das unidades federadas no Grupo de Trabalho específico da COTEPE/ICMS.
Programar todos os meios de pagamento com discriminações distintas. Entre os meios de pagamento devem estar: "dinheiro", "cheque" e "cartão".
Programar data e hora. Programar razão social e endereço modelos. Programar mensagem suplementar modelo, se for o caso. Programar as operações não-fiscais e os relatórios gerenciais. Um dos relatórios gerenciais deve ser programado como "estorno de CCD". Programar a comunicação com os periféricos, se houver. Programar os símbolos para codificação do Totalizador Geral.
Se o ECF emite Registro de Venda ou Conferência de Mesa, programar o ECF para permitir a emissão de Registro de Venda e registro de novo item em Conferência de Mesa.
Nos casos de ECF-MR ou, se for o caso, de ECF com solução para restaurante ou similar, cadastrar na Memória de Trabalho itens distintos – na discriminação e nos valores unitários – de venda de mercadorias ou de prestação de serviços, vinculando um exemplo para cada totalizador existente. Os valores unitários dos itens devem estar limitados a 4 dígitos, incluindo os centavos, sendo que o valor unitário de um dos itens deve conter 3 casas decimais significativas, se o ECF permitir.
Nos casos de ECF-IF ou ECF-PDV, criar - para uso em Procedimentos posteriores - uma base de dados com itens distintos – na discriminação e nos valores unitários – de venda de mercadorias ou de prestação de serviços, nas mesmas condições do parágrafo anterior.
Sair do MIT. Para sair do MIT, o interruptor verificado em 8.5 deve estar em estado de circuito fechado. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. Se houve emissão de LX na entrada em MIT, COO deve estar incrementado de uma unidade, caso contrário, deve ter o valor "1". O Contador de Reinício de Operação (CRO) deve ter o valor "1". Todos os totalizadores programados e todos os demais contadores devem estar impressos e zerados.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. Comparar com os valores programados. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido. O Contador Geral de Relatório Gerencial (GRG) e os Contadores Específicos de Relatório Gerencial (CER) podem ter como valores iniciais impressos "0" ou "1". Todos os demais contadores impressos, exceto CRO, devem ter o valor "0".
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 14 – Programações de CNPJ, IE e IM
Entradas:
Ações:
Executar comando para a emissão de um CF (NFVC) com o registro de um dos itens programados anteriormente. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Se houver Inscrição Municipal (IM):
Entrar em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e Inscrição Estadual (IE).
Executar comando para a emissão de um CF (NFVC) com o registro de um dos itens programados anteriormente. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Parte IV - Análise Funcional do ECF
Se o ECF possui solução para restaurante ou similar, devem ser executados os Procedimentos da Parte VI antes da execução do próximo Procedimento.
Durante a execução dos Procedimentos 15 a 89, se houver emissão automática da Leitura da Memória de Trabalho (LMT), verificar os requisitos R13.
Procedimento 15 – Totalizadores e Meios de Pagamento sem Troco e Cupom Adicional
Entradas:
Ações:
Emitir uma LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, o Totalizador Geral (GT), a Venda Bruta Diária (VB) e a Venda Líqüida Diária (VL) devem estar impressos e zerados.
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens e utilizando todos os meios de pagamento programados anteriormente, com informações adicionais. As quantidades dos itens registrados devem variar aleatoriamente. Registrar o número do CNPJ ou do CPF, o nome e o endereço do comprador das mercadorias ou tomador dos serviços. O valor total dos pagamentos deve ser igual ao total da operação.
Imprimir mensagem suplementar como parte do CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO deve estar incrementado de uma unidade e devem estar indicados os meios de pagamento utilizados, com os respectivos valores lançados. O valor total do item de valor unitário programado com 3 casas decimais, se houver, deve estar impresso truncado, com 2 casas decimais.
No caso de CF, o Contador de Cupom Fiscal (CCF) deve estar incrementado de uma unidade, se os Procedimentos da Parte VI foram executados, ou deve conter o valor "1", caso contrário. No caso de NFVC, o Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor (CVC) deve estar incrementado de uma unidade, se os Procedimentos da Parte VI foram executados, ou deve conter o valor "1", caso contrário.
Se o ECF dispõe de MFD, transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os documentos emitidos neste Procedimento.
Emitir cupom adicional (não se aplica no caso de NFVC). Verificar os requisitos R4.2. O cupom adicional deve indicar COO, CCF e o valor total da operação do CF emitido na ação anterior deste Procedimento.
Emitir nova LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores dos meios de pagamento e de troco devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 16 – Totalizadores e Meios de Pagamento com Troco
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens e utilizando todos os meios de pagamento programados anteriormente. As quantidades dos itens registrados devem variar aleatoriamente. O valor total dos pagamentos deve ser superior ao total da operação.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade e devem estar indicados os meios de pagamento utilizados, com os respectivos valores lançados.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL, e os totalizadores dos meios de pagamento e de troco devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Executar comando para emissão de cupom adicional (não se aplica no caso de NFVC).
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 17 – Desconto em item
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens programados anteriormente. Para cada item, se o ECF permitir, registrar operação de desconto.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e, se existir, em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN. Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos descontos abatidos.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 18 – Desconto em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens programados anteriormente. Registrar operação de desconto em subtotal.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e, se existir, em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto rateado e abatido. O rateio do valor do desconto é proporcional aos valores dos itens.
Se o ECF não permitir a operação de desconto sobre prestações vinculadas ao ISSQN, o desconto deve incidir sobre a parcela do subtotal sujeita ao ICMS e ser rateado e abatido dos totalizadores parciais de ICMS referentes aos itens registrados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 19 – Desconto em item e em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens programados anteriormente. Para cada item, se o ECF permitir, registrar operação de desconto. Registrar operação de desconto em subtotal.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e, se existir, em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos descontos em itens abatidos e com o valor do desconto em subtotal rateado e abatido. O rateio do valor do desconto em subtotal é proporcional aos valores dos itens.
Se o ECF não permitir a operação de desconto sobre prestações vinculadas ao ISSQN, o desconto em subtotal deve incidir sobre a parcela do subtotal sujeita ao ICMS e ser rateado e abatido dos totalizadores parciais de ICMS referentes aos itens registrados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 20 – Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e alteração para horário de verão
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir Redução Z (RZ). Não ajustar o relógio para avanço ou recuo de até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e o Contador de Reduções Z (CRZ) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajuste de horário de verão.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO não deve estar incrementado.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Verificar a indicação da hora que deve estar adiantada em aproximadamente 1 (uma) hora em relação à RZ deste Procedimento. Deve, ainda, estar impressa a letra "V", em caixa alta, após a hora indicada no documento.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 21 – Desconto em subtotal sem desconto em ISSQN
Este Procedimento deve ser executado somente se o ECF permitir a operação de desconto sobre prestações vinculadas ao ISSQN.
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desabilitar a operação de desconto sobre prestações vinculadas ao ISSQN.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens programados anteriormente. Registrar operação de desconto em subtotal.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir RZ. Não ajustar o relógio para avanço ou recuo de até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto rateado e abatido. O rateio do valor do desconto é proporcional aos valores dos itens.
O desconto deve incidir sobre a parcela do subtotal sujeita ao ICMS e ser rateado e abatido dos totalizadores parciais de ICMS referentes aos itens registrados.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 22 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 13 a 21.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 13 a 21.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 13 a 21.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 13 a 21.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. O Contador de Fita-detalhe (CFD) deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida, se os Procedimentos da Parte VI foram executados, ou deve conter o valor "1", caso contrário.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 23 – Acréscimo em item
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens programados anteriormente. Para cada item registrar operação de acréscimo.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimo em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). Os valores dos acréscimos devem estar somados ao GT e a VB. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos acréscimos somados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 24 – Acréscimo em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens programados anteriormente. Registrar operação de acréscimo em subtotal.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimo em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). O valor do acréscimo deve estar somado ao GT e a VB. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com o valor do acréscimo rateado e somado. O rateio do valor do acréscimo é proporcional aos valores dos itens.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 25 – Acréscimo em item e em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens programados anteriormente. Para cada item registrar operação de acréscimo. Registrar operação de acréscimo em subtotal.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimo em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos acréscimos em itens somados e com o valor do acréscimo em subtotal rateado e somado. O rateio do valor do acréscimo em subtotal é proporcional aos valores dos itens.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 26 – Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e alteração de hora para ajuste de minutos
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Avançar o relógio em mais de cinco minutos. Se o argumento for aceito pelo ECF, o avanço no relógio deve ser de cinco minutos. Se o argumento não for aceito, avançar o relógio em até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Verificar a indicação da hora, que deve estar ajustada de acordo com os minutos adiantados neste Procedimento.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 27 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 23 a 26.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 23 a 26.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 23 a 26.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 23 a 26.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 28 – CF (NFVC) cancelado totalizado em zero
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) todos os itens programados anteriormente. Cancelar todos os itens registrados.
Finalizar o CF (NFVC). Verificar os requisitos R4 (R16). O total do CF (NFVC) deve ser zero, COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O Contador de Cupom Fiscal Cancelado (CFC), ou o Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor Cancelada (CNC), deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 29 – CF (NFVC) cancelado em emissão
A inexistência de comando para cancelar CF (NFVC) em emissão impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) todos os itens programados anteriormente. Cancelar o CF (NFVC) em emissão.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 30 – Cancelamento de item
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item vinculado a totalizador de ICMS, em situação tributária diferente da do item cancelado, com quantidade igual a 10. Cancelar 8 unidades do último item registrado. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado e do totalizador do meio de pagamento utilizado no CF (NFVC), que devem conter o valor total do item. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 31 – Cancelamento de item com desconto
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens vinculados a totalizador de ICMS programados anteriormente. Para esse item, registrar operação de desconto. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item, em situação tributária idêntica à do último item registrado no Procedimento 30, com quantidade igual a 10. Para esse novo item, registrar operação de desconto. Cancelar 8 unidades do último item registrado. Utilizar um único meio de pagamento, idêntico ao adotado no Procedimento 30, com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. GT, VB e os totalizadores de descontos e de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado e do totalizador do meio de pagamento utilizado no CF (NFVC), que devem indicar cumulativamente o valor das 2 unidades remanescentes do item. VL deve ser igual a VB menos descontos, cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 32 – Cancelamento de item com acréscimo
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Para esse item, registrar operação de acréscimo. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item, em situação tributária idêntica à do último item registrado no Procedimento 30, com quantidade igual a 10. Para esse novo item, registrar operação de acréscimo. Cancelar 8 unidades do último item registrado. Utilizar um único meio de pagamento, idêntico ao adotado no Procedimento 30, com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. GT, VB e os totalizadores de acréscimos e de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado e do totalizador do meio de pagamento utilizado no CF (NFVC), que devem indicar cumulativamente o valor das 2 unidades remanescentes do item. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 33 – CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item
A inexistência de comando para cancelar CF (NFVC) em emissão impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item, em situação tributária idêntica à do último item registrado no Procedimento 30. Totalizar o CF (NFVC). Cancelar o CF (NFVC) em emissão.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado, que deve conter o mesmo valor do Procedimento anteriormente executado. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 34 – CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item com desconto
A inexistência de comando para cancelar CF (NFVC) em emissão impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens vinculados a totalizador de ICMS programados anteriormente. Para esse item, registrar operação de desconto. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item, em situação tributária idêntica à do último item registrado no Procedimento 30. Totalizar o CF (NFVC). Cancelar o CF (NFVC) em emissão.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado, que deve conter o mesmo valor do Procedimento anteriormente executado. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Os totalizadores de descontos devem estar zerados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 35 – CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item com acréscimo
A inexistência de comando para cancelar CF (NFVC) em emissão impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Para esse item, registrar operação de acréscimo. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item, em situação tributária idêntica à do último item registrado no Procedimento 30. Totalizar o CF (NFVC). Cancelar o CF (NFVC) em emissão.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado, que deve conter o mesmo valor do Procedimento anteriormente executado. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Os totalizadores de acréscimos devem estar zerados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 36 – CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item e com desconto em subtotal
A inexistência de comando para cancelar CF (NFVC) em emissão após desconto em subtotal impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item, vinculado a totalizador de ICMS. Registrar desconto em subtotal. Totalizar o CF (NFVC). Cancelar o CF (NFVC) em emissão.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado no Procedimento 35, que deve conter o mesmo valor constante na LX de entrada. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Os totalizadores de descontos devem estar zerados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 37 – CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item e com acréscimo em subtotal
A inexistência de comando para cancelar CF (NFVC) em emissão após acréscimo em subtotal impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Cancelar o item registrado. Registrar um novo item, em situação tributária idêntica à do último item registrado no Procedimento 30. Registrar acréscimo em subtotal. Totalizar o CF (NFVC). Cancelar o CF (NFVC) em emissão.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC).
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados, com exceção do totalizador referente ao último item registrado, que deve conter o mesmo valor constante na LX de entrada. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Os totalizadores de acréscimos devem estar zerados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 38 - Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e teste de alteração para horário normal
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Executar o comando para sair do horário de verão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir RZ. Recuar o relógio em mais de cinco minutos. Se o argumento for aceito pelo ECF, o recuo no relógio deve ser de cinco minutos. Se o argumento não for aceito, recuar o relógio em até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Verificar a indicação da hora, que deve estar ajustada de acordo com os minutos atrasados neste Procedimento. Deve, ainda, estar impressa a letra "V", em caixa alta, junto à hora indicada no documento.
Executar o comando para sair do horário de verão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido, se não tiver decorrido pelo menos 1 hora da data posterior à de movimento da RZ emitida neste Procedimento.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para sair do horário de verão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 39 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 28 a 38.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 28 a 38.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 28 a 38.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 28 a 38.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 40 – CF (NFVC) para cancelamento de um CF (NFVC) com registro de item
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) três dos itens vinculados a totalizadores de ICMS programados anteriormente. Registrar operação de desconto para um dos itens e operação de acréscimo para outro. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir o CF (NFVC) para cancelamento do CF (NFVC) emitido neste Procedimento.
Verificar os requisitos R4.1 (R16.1). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC) cancelado neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 41 – CF (NFVC) para cancelamento de um CF (NFVC) com registro de item, acréscimo em item e descontos em item e em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) três dos itens vinculados a totalizadores de ICMS programados anteriormente. Registrar operação de desconto para um dos itens e operação de acréscimo para outro. Registrar operação de desconto em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir o CF (NFVC) para cancelamento do CF (NFVC) emitido neste Procedimento.
Verificar os requisitos R4.1 (R16.1). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC) cancelado neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Todos os totalizadores programados, os totalizadores de descontos e os de acréscimos devem estar impressos e zerados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 42 – CF (NFVC) para cancelamento de um CF (NFVC) com registro de item, desconto em item e acréscimos em item e em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) três dos itens vinculados a totalizadores de ICMS programados anteriormente. Registrar operação de desconto para um dos itens e operação de acréscimo para outro. Registrar operação de acréscimo em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir o CF (NFVC) para cancelamento do CF (NFVC) emitido neste Procedimento.
Verificar os requisitos R4.1 (R16.1). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e os totalizadores de cancelamentos em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC) cancelado neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Todos os totalizadores programados, os totalizadores de acréscimos e os de descontos devem estar zerados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 43 – Verificação da condição de cancelamento apenas do CF (NFVC) imediatamente anterior
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os cancelamentos e os totalizadores de ISSQN.
Emitir o CF (NFVC) para cancelamento do CF (NFVC) emitido neste Procedimento. O resultado deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir nova LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve ser igual ao da última LX emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 44 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma RZ deve ser automaticamente emitida. Ajustar o relógio em até mais ou menos cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Verificar a hora, que deve estar indicada de acordo com os minutos ajustados neste Procedimento. Deve, ainda, estar impressa a letra "V", em caixa alta, junto à hora indicada no documento.
Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 45 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 40 a 44.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 40 a 44.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 40 a 44.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 40 a 44.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 46 – Alteração de hora
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
No caso de ECF sem MFD, se a data corrente indicada no relógio de tempo-real for diferente da relativa à gravação do último valor de CRO, ajustá-la para a data de gravação desse valor.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora anterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO, ou, no caso de ECF com MFD, com hora anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora igual à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com hora igual à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora posterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com hora posterior à da LX emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação da hora deve corresponder à hora programada neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora posterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com hora posterior à do último documento emitido neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 47 – Alteração de data
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajustar o relógio com data anterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com data anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
No caso de ECF sem MFD, executar o comando para ajustar o relógio com data igual à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. No caso de ECF sem MFD, a indicação da data deve corresponder à data programada na ação anterior deste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajustar o relógio com data posterior à indicada na LMF emitida neste Procedimento, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com data posterior à da última LX emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação da data deve corresponder à data programada na ação anterior deste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para ajustar o relógio com data posterior à indicada na LMF emitida neste Procedimento, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com data posterior à do último documento emitido neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 48 – Alteração de Número de Ordem Seqüencial do ECF
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para alterar o Número de Ordem Seqüencial do ECF (ECF), registrando valor igual a zero.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para alterar o Número de Ordem Seqüencial do ECF (ECF), registrando valor diferente de zero.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação do Número de Ordem Seqüencial do ECF deve corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para alterar o Número de Ordem Seqüencial do ECF. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 49 – Alteração de Razão Social e de Nome de Fantasia
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar a Razão Social (RS) e, se houver, o nome de fantasia.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações da RS e, se houver, do nome de fantasia devem corresponder aos programados neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar a RS e, se houver, o nome de fantasia. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 50 – Alteração de endereço
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para alterar o endereço.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação do endereço deve corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para alterar o endereço. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 51 – Alteração de alíquotas para totalizadores de ICMS e de ISSQN
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar as alíquotas dos totalizadores de ICMS e de ISSQN.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações das alíquotas devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar as alíquotas dos totalizadores de ICMS e de ISSQN. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 52 – Alteração de meios de pagamento
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar os meios de pagamento programáveis, mantendo suas denominações e mudando suas posições relativas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações dos meios de pagamento devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar todos os meios de pagamento. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 53 – Alteração de operações não fiscais
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar as operações não-fiscais programáveis, mantendo suas denominações e mudando suas posições relativas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações das operações não-fiscais devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar todas as operações não-fiscais programáveis. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 54 – Alteração de relatórios gerenciais
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar os relatórios gerenciais programáveis, mantendo suas denominações e mudando suas posições relativas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações dos relatórios gerenciais devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar todos os relatórios gerenciais programáveis. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 55 – Alteração de símbolos de codificação do GT
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando para alterar os símbolos para codificação do GT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. O GT codificado indicado na LX deve estar compatível com os símbolos programados neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para alterar os símbolos para codificação do GT. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação. Os símbolos de codificação do GT programados neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação devem estar corretamente indicados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 56 – Alteração de mensagem suplementar
Este Procedimento deve ser aplicado somente para ECF-MR.
Entradas:
Ações:
Executar o comando para alterar a mensagem suplementar.
Emitir um CF com o registro de um dos itens programados anteriormente. Verificar os requisitos R4. CCF deve estar incrementado de uma unidade em relação ao CF de entrada. A indicação da mensagem suplementar deve corresponder ao programado neste Procedimento. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF de entrada.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 57 – Preenchimento de cheque
A inexistência de comando para preenchimento de cheque impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Verificar a estrutura do comando para preenchimento de cheque, que deve conter como argumentos de entrada:
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
Verificar a impressão dos dados fornecidos. A quantia e o mês devem estar impressos corretamente por extenso. O nome do favorecido deve estar impresso em apenas uma linha e as informações adicionais em, no máximo, três linhas.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 58 – Preenchimento de cheque com overflow
A inexistência de comando para preenchimento de cheque impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido ou o preenchimento do cheque com a indicação do nome do favorecido truncada, limitada a 80 caracteres.
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido ou o preenchimento do cheque com a indicação do nome do lugar de emissão truncada, limitada a 30 caracteres.
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido ou o preenchimento do cheque com as informações adicionais truncadas, limitadas a 240 caracteres.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 59 – Autenticações após registro de item, desconto e acréscimo em item, totalização e meio de pagamento
A inexistência de comandos para autenticações referentes a valor de item, valor total ou valor de meio de pagamento não determina o encerramento do processo de análise.
Este Procedimento deve ser executado somente se existir pelo menos um desses comandos.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens vinculados a totalizadores de ICMS programados anteriormente. Executar o comando de autenticação para o valor total do item registrado.
A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas:
Repetir cinco vezes o comando de autenticação para o valor total do item registrado.
O número total de autenticações realizadas anteriormente neste Procedimento deve estar limitado a cinco.
Registrar no CF (NFVC) uma operação de desconto para o item registrado anteriormente. Executar um comando de autenticação para o último valor impresso. A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 59.1 a 59.6.
Registrar no CF (NFVC) um novo item. Registrar uma operação de acréscimo para esse item. Executar um comando de autenticação para o último valor impresso. A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 59.1 a 59.6.
Utilizar um dos meios de pagamento programados anteriormente. Executar um comando de autenticação para o valor impresso do meio de pagamento. A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 59.1 a 59.6.
Finalizar o CF (NFVC).
Se o ECF permitir, executar um comando de autenticação para o valor total do CF (NFVC). A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 59.1 a 59.6. Repetir cinco vezes o comando de autenticação para o valor total registrado. O número total de autenticações realizadas deve estar limitado a cinco.
Registrar em um novo CF (NFVC) um dos itens vinculados a totalizadores de ICMS programados anteriormente. Totalizar o CF (NFVC). Executar um comando de autenticação para o valor total do CF (NFVC). A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 59.1 a 59.6. Repetir cinco vezes o comando de autenticação para o valor total registrado. O número total de autenticações realizadas deve estar limitado a cinco. Finalizar o CF (NFVC).
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores parciais de ISSQN e ICMS, GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC) emitido neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos os descontos e os totalizadores de ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 60 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora anterior à indicada na LMF, relativa à gravação da última RZ, ou, no caso de ECF com MFD, com hora anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora igual à indicada na LMF, relativa à gravação da última RZ, ou, no caso de ECF com MFD, com hora igual à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com data anterior à indicada na LMF, relativa à gravação da última RZ, ou, no caso de ECF com MFD, com data anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 61 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 46 a 60.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 46 a 60.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 46 a 60.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 46 a 60.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 62 – CF (NFVC) e Comprovante de Crédito ou Débito
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Utilizar o meio de pagamento "cartão", com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Executar o comando para abrir um Comprovante de Crédito ou Débito (CCD). Aguardar a finalização automática do CCD, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da impressão do CCD.
Verificar os requisitos R8. O Contador de Comprovante de Crédito ou Débito (CDC) e o Contador Geral de Operação Não-Fiscal (GNF) devem conter o valor "1". COO deve estar incrementado de uma unidade. O valor impresso da operação deve ser igual ao valor total da operação registrado no CF (NFVC) emitido neste Procedimento.
A impressão de segunda via do CCD não deve alterar os valores impressos dos acumuladores.
Executar o comando para reimprimir o CCD. Verificar os requisitos R8. GNF, CDC e COO não devem ser incrementados.
Executar o comando para reimprimir o CCD. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores parciais de ISSQN e ICMS, GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC) emitido neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Emitir o CF (NFVC) para cancelamento do CF (NFVC) emitido neste Procedimento. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Registrar em um novo CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Utilizar o meio de pagamento "cartão", com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Emitir o CF (NFVC) para cancelamento do CF (NFVC) emitido na ação anterior. Verificar os requisitos R4.1 (R16.1). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Executar o comando para abrir um CCD. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX emitida neste Procedimento. GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC) emitido anteriormente. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN e cancelamentos.
Registrar em um novo CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Utilizar o meio de pagamento "cartão", com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Executar o comando para abrir um CCD. Aguardar a finalização automática do CCD, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da impressão do CCD.
Emitir o CF (NFVC) para cancelamento do último CF (NFVC) emitido neste Procedimento.
Se o comando for aceito, devem ser emitidos automaticamente, em primeiro lugar, o relatório gerencial para estorno da operação registrada no CCD anteriormente emitido e, posteriormente, o CF (NFVC) para cancelamento do último CF (NFVC) emitido. Caso contrário, o resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Se o resultado da ação anterior for a indicação de comando inválido:
Para o relatório gerencial de estorno de CCD anteriormente emitido, verificar os requisitos R10. COO deve estar incrementado de uma unidade. GRG e o respectivo CER devem estar incrementados de uma unidade em relação à última LX emitida.
Para o CF (NFVC) de cancelamento anteriormente emitido, verificar os requisitos R4.1 (R16.1). COO deve estar incrementado de uma unidade. CCF (CVC) deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último CF (NFVC) emitido neste Procedimento.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC (CNC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento. GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC) emitido anteriormente. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN e cancelamentos.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 63 – Comprovante Não Fiscal com teste de autenticação
A inexistência de comandos para autenticações referentes a valor de operação não fiscal ou a valor de meio de pagamento não impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um Comprovante Não-Fiscal (CNF) todas as operações não-fiscais programadas anteriormente.
Executar um comando de autenticação para o último valor de operação não-fiscal registrado.
A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 59.1 a 59.6.
Utilizar todos os meios de pagamento programados anteriormente. Executar um comando de autenticação para o último valor de meio de pagamento. A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 59.1 a 59.6.
Finalizar o CNF. Verificar os requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores de operações não-fiscais devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às respectivas operações não-fiscais registradas no CNF. Os Contadores de Operação Não-Fiscal (CON) específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e VL devem estar inalterados em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 64 – Comprovante Não Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e desconto em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CNF três das operações não-fiscais programadas anteriormente. Registrar operação de desconto para uma dessas operações e de acréscimo para outra. Registrar operação de desconto em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento programado anteriormente. Finalizar o CNF.
Verificar os requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores de operações não-fiscais devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às respectivas operações não-fiscais registradas no CNF. Os CON específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB, VL e os totalizadores de descontos e de acréscimos em ISSQN e ICMS devem estar inalterados em relação à LX de entrada.
Os valores acumulados nos totalizadores de operações não-fiscais devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto abatido e o do acréscimo somado nos totalizadores das respectivas operações e com o valor do desconto em subtotal rateado e abatido. O rateio do valor do desconto em subtotal é proporcional aos valores das operações.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 65 – Comprovante Não Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e acréscimo em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CNF três das operações não-fiscais programadas anteriormente. Registrar operação de acréscimo para uma dessas operações e de desconto para outra. Registrar operação de acréscimo em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento programado anteriormente. Finalizar o CNF.
Verificar requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores de operações não-fiscais devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às respectivas operações não-fiscais registradas no CNF. Os CON específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimos e de descontos em ISSQN e ICMS devem estar inalterados em relação à LX de entrada
Os valores acumulados nos totalizadores de operações não-fiscais devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto abatido e o do acréscimo somado nos totalizadores das respectivas operações e com o valor do acréscimo em subtotal rateado e somado. O rateio do valor do acréscimo em subtotal é proporcional aos valores das operações.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 66 – Cancelamento de Comprovante Não Fiscal com operação de desconto e de acréscimo em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CNF duas das operações não-fiscais programadas anteriormente. Registrar operação de desconto para uma dessas operações. Registrar operação de acréscimo em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento programado anteriormente. Finalizar o CNF.
Verificar os requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir o Comprovante Não-Fiscal Cancelamento.
Verificar os requisitos R9.2. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O Contador Geral de Operação Não-Fiscal Cancelada (NFC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. Os totalizadores de operações não-fiscais devem apresentar os mesmos valores indicados na LX de entrada. Os CON específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB, VL e os totalizadores de descontos e de acréscimos em ISSQN e ICMS devem estar inalterados em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 67 – Estorno de meio de pagamento
A inexistência de comando para estorno de meio de pagamento impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Utilizar o meio de pagamento "cheque" com o valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Emitir um CNF para estorno do meio de pagamento, utilizando "dinheiro" como novo meio de pagamento e "cheque" como o meio de pagamento a ser estornado.
Verificar os requisitos R9.1. GNF deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O totalizador do meio de pagamento "cheque" deve conter o valor indicado na LX de entrada e o totalizador do meio de pagamento "dinheiro" deve indicar cumulativamente o valor estornado no CNF emitido neste Procedimento.
Registrar em um novo CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Utilizar o meio de pagamento "cheque" com o valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Emitir um novo CNF para estorno do meio de pagamento, utilizando "cartão" como novo meio de pagamento e "cheque" como o meio de pagamento a ser estornado.
Verificar os requisitos R9.1. GNF deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para abrir um CCD. Aguardar a finalização automática do CCD, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da impressão do CCD.
Verificar os requisitos R8. CDC e GNF devem estar incrementados de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento. COO deve estar incrementado de uma unidade.
A impressão de segunda via do CCD não deve alterar os valores impressos dos acumuladores.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O totalizador do meio de pagamento "cheque" deve conter o valor indicado na LX de entrada e o totalizador do meio de pagamento "cartão" deve indicar cumulativamente o valor estornado no último CNF emitido neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 68 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 69 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 62 a 68.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 62 a 68.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 62 a 68.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 62 a 68.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 70 – Falta de papel
Entradas:
Ações:
Retirar do ECF a bobina de papel e, se for o caso, o formulário para emissão de NFVC. Executar comando para emissão de um CF (NFVC).
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Recolocar a bobina de papel ou, se for o caso, o formulário para emissão de NFVC.
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Retirar do ECF a bobina de papel e, se for o caso, o formulário para emissão de NFVC. Registrar no CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Recolocar a bobina de papel ou, se for o caso, o formulário para emissão de NFVC e registrar no CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente.
Finalizar o CF (NFVC). Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 71 – Overflow para valor total do item
Entradas:
Ações:
Para ECF-MR, programar um novo item vinculado a um dos totalizadores com carga tributária (alíquota) programados anteriormente, com valor unitário que ocupe o número máximo de dígitos permitido pelo ECF. Todos os dígitos devem ser preenchidos com o algarismo "9".
Para ECF-MR, emitir um CF (NFVC) com o registro do item programado neste Procedimento.
Para ECF-IF ou ECF-PDV, emitir um CF (NFVC) com o registro de um item com valor unitário que ocupe o número máximo de dígitos permitido pelo ECF. Todos os dígitos devem ser preenchidos com o algarismo "9".
A quantidade do item deve ser igual ou superior ao número necessário para que o valor total do item exceda a capacidade de dígitos permitida pelo ECF.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Registrar no CF (NFVC) uma unidade do mesmo item utilizado anteriormente neste Procedimento. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 72 – Falta de energia durante emissão de LMF comandada diretamente no ECF
Entradas:
Ações:
Comandar a impressão de uma LMF diretamente no ECF, isto é, sem a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante a impressão da LMF. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a totalização da LMF, referente ao período da leitura até então impressa, seguida imediatamente pelo encerramento do documento.
Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" no local onde ocorreu a interrupção da impressão.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LMF. Verificar os requisitos R13.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 73 – Falta de energia durante emissão de LX comandada diretamente no ECF
Entradas:
Ações:
Comandar a impressão de uma LX diretamente no ECF, isto é, sem a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante a impressão da LX. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF de entrada. Deve ser impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LX. Verificar os requisitos R13.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 74 – Falta de energia durante emissão de CF (NFVC), Cupom Adicional, RZ, LX e LMF
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) todos os itens programados anteriormente.
Desligar o ECF. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Pode haver o cancelamento automático do CF (NFVC) em emissão.
Se não houve o cancelamento do CF (NFVC), finalizar o CF (NFVC).
Verificar requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade. Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização do CF (NFVC). Verificar os requisitos R13.
Se não houve o cancelamento do CF, emitir cupom adicional e desligar o ECF durante a emissão (não se aplica no caso de NFVC).
Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento. Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R4.2. O cupom adicional deve indicar COO, CCF e o valor total da operação do CF emitido na ação anterior deste Procedimento.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização do cupom adicional. Verificar os requisitos R13.
Comandar a emissão de uma RZ. Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRZ deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida,aacute;ximo de caracteres permitido pelo ECF.
Nos casos de ECF-IF ou ECF-PDV, comandar a emissão de uma LMF com a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LMF. Verificar os requisitos R13.
Nos casos de ECF-IF ou ECF-PDV, comandar a emissão de uma LX com a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LX. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 75 – Emissão de relatório gerencial
A inexistência de comando para emissão de relatório gerencial impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Emitir um relatório gerencial para cada tipo programado, exceto o relatório gerencial de "estorno de CCD". A finalização automática de cada relatório gerencial, comandada pelo ECF, deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da sua impressão. Verificar os requisitos R10. Para cada relatório gerencial impresso, COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último documento emitido. Para cada relatório gerencial impresso, GRG deve estar incrementado de uma unidade. Para cada tipo de relatório gerencial impresso, o respectivo CER deve estar incrementado de uma unidade. Os valores iniciais de GRG e CER devem ser verificados em relação à LX de entrada.
Executar o comando para abrir um relatório gerencial para um dos tipos programados, exceto o relatório gerencial de "estorno de CCD". Aguardar a finalização automática do relatório gerencial, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da sua impressão. Verificar os requisitos R10. COO, GRG e o respectivo CER devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 76 – Falta de energia durante emissão de relatório gerencial
A inexistência de comando para emissão de relatório gerencial impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Comandar a emissão de um relatório gerencial para um dos tipos programados, exceto o relatório gerencial de "estorno de CCD". Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento. Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R10. COO, GRG e o respectivo CER devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 77 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. A data do respectivo movimento deve ser igual à data de impressão. GT deve ter o mesmo valor indicado para o GT do usuário na LMF emitida neste Procedimento. Todos os demais totalizadores devem estar impressos e zerados.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 78 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 70 a 77.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 70 a 77.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 70 a 77.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 70 a 77.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 79 – Leituras da MF
Entradas:
Ações:
Executar o comando para leitura da Memória Fiscal (MF) via porta exclusiva do fisco. Como resultado, devem ser gerados um ou mais arquivos.
Verificar o arquivo do tipo texto no formato do documento LMF obtido na ação anterior, que deve corresponder à LMF de entrada.
Abrir o arquivo gerado com a utilização da planilha eletrônica ou do sistema de banco de dados. Verificar os requisitos R12.
Desligar o ECF. Efetuar uma leitura direta do conteúdo da MF, utilizando o dispositivo para acesso direto, verificado em 1.9, e o equipamento leitor de PROM ou EPROM. O resultado dessa leitura deve ser um arquivo em formato binário.
Converter o arquivo obtido para o formato do documento LMF, com a utilização do programa verificado em 1.11.
Verificar o resultado obtido na ação anterior, que deve corresponder à LMF de entrada.
Converter o arquivo obtido para formato que possa ser processado por planilha eletrônica ou sistema de banco de dados, com a utilização do programa verificado em 1.11.
Abrir o arquivo gerado com a utilização da planilha eletrônica ou do sistema de banco de dados. Verificar os requisitos R12.
Recolocar o ECF em condições de uso e religá-lo.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 80 – Comunicação com periféricos
Se não houver comunicação com periféricos programada anteriormente, além da referente ao mecanismo para preenchimento de cheque, este Procedimento não deve ser executado.
Entradas:
Ações:
Exercitar cada um dos periféricos ou emuladores previstos na entrada deste Procedimento. Para cada periférico ou emulador, o resultado dessa ação deve ser registrado em um CF (NFVC) distinto.
Para cada CF (NFVC) emitido, verificar os requisitos R4 (R16). No primeiro CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Nos demais CF (NFVC), caso existam, COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação ao CF (NFVC) anterior.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último CF (NFVC) emitido neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 81 – Programação de itens (PLU) em ECF-MR via aplicativo
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF-MR.
Entradas:
Ações:
Programar novos itens, diferentes dos programados anteriormente, vinculando um exemplo para cada totalizador de carga tributária (alíquota) programado anteriormente. Essa programação deve utilizar o programa aplicativo de entrada.
Emitir documento que permita a visualização de todos os itens programados no ECF. Os itens devem corresponder à programação efetuada.
Alterar os itens programados neste Procedimento, com a utilização do programa aplicativo de entrada.
Emitir documento que permita a visualização de todos os itens programados no ECF. Os itens devem corresponder à programação efetuada.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último documento emitido neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 82 – RZ antes e após as 24 horas
Entradas:
Ações:
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Se a hora indicada na LX for superior a 22:00h:
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando para emitir um CF (NFVC). O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar hora igual a 23:30h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Antes das 24:00h, emitir um CF (NFVC) com o registro de um dos itens, utilizando um dos meios de pagamento programados anteriormente.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO deve estar incrementado de uma unidade. CCF (CVC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento.
Imediatamente após as 24:00h, se o ECF permitir, registrar em um novo CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente e aguardar durante 2 horas ou, no caso de ECF que emita Registro de Venda ou Conferência de Mesa, aguardar durante 6 horas. Se o ECF permitir, registrar novo item no CF (NFVC) em emissão. Utilizar um único meio de pagamento. Finalizar o CF (NFVC). Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Executar comando para emitir um novo CF (NFVC). O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir nova RZ. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajuste do horário de verão.
Emitir um novo CF (NFVC) com o registro de um dos itens, utilizando um dos meios de pagamento programados anteriormente. Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade. Verificar a indicação da hora que deve estar atrasada em aproximadamente 1 (uma) hora em relação à última RZ deste Procedimento. Não deve estar impressa a letra "V" após a hora indicada no documento.
Colocar o ECF em MIT. Uma RZ deve ser automaticamente emitida. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade;
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da última RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A LMF deve identificar as RZ emitidas neste Procedimento e os valores acumulados nos totalizadores nessas RZ. As datas de gravação das duas últimas RZ devem ser iguais.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 83 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 79 a 82.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na última RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 79 a 82.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 79 a 82.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 79 a 82.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 84 – Leitura do Software Básico
Entradas:
Ações:
Executar o comando para leitura do Software Básico via porta exclusiva do fisco. Como resultado, deve ser gerado um arquivo no formato binário.
Confrontar o arquivo gerado com o arquivo verificado em 1.10. Os conteúdos desses arquivos devem ser idênticos.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 85 – Zeramento da Memória de Trabalho
Este Procedimento não deve ser executado para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) com o registro de todos os itens, utilizando todos os meios de pagamento programados anteriormente. As quantidades dos itens registrados devem variar aleatoriamente. O valor total dos pagamentos deve ser igual ao total da operação.
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os meios de pagamento devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Desligar o ECF e interromper a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Aguardar 10 segundos. Restabelecer a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Religar o ECF.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar um totalizador. Programar o Número de Ordem Seqüencial do ECF com valor diferente de zero. Programar os números da loja e do operador, se houver. Programar os parâmetros de programação existentes, conforme definido anteriormente.
Programar o meio de pagamento "dinheiro".
Programar data e hora. Programar razão social e endereço modelos.
No caso de ECF-MR, ou, se for o caso, de ECF com solução para restaurante ou similar, cadastrar na Memória de Trabalho um item vinculado ao totalizador programado neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1" ou estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores, exceto GT, e todos os demais contadores, exceto CRZ, devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 86 – Zeramento da Memória de Trabalho de ECF com MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) todos os itens programados anteriormente. As quantidades dos itens registrados devem variar aleatoriamente.
Desligar o ECF e interromper a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Aguardar 10 segundos. Restabelecer a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Religar o ECF.
Registrar um dos itens programados no CF (NFVC) em emissão e utilizar todos os meios de pagamento programados anteriormente. O valor total dos pagamentos deve ser igual ao total da operação. Finalizar o CF (NFVC).
Verificar os requisitos R4 (R16). COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os meios de pagamento devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF (NFVC). VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN. CRO não deve estar incrementado em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 87 – Desconexão da Memória Fiscal e emissões de LMF por intervalos
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um item vinculado ao totalizador programado no Procedimento 85 ou, no caso de ECF com MFD, um dos itens programados anteriormente. Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica.
Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal. Religar o ECF.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Conectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal anteriormente utilizado. Religar o ECF.
O ECF deve permanecer em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. O CF (NFVC) em emissão deve ser automaticamente finalizado quando da entrada em MIT e uma RZ e uma LX devem ser automaticamente emitidas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o dispositivo resinado ou, no caso de haver um único ECF recebido, conectar o dispositivo adicional de entrada. Religar o ECF.
O ECF deve permanecer em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar o dispositivo instalado de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o outro dispositivo, inicialmente utilizado. Religar o ECF.
O ECF deve permanecer em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir uma LMF por intervalo de data, tendo como data inicial aquela indicada nos documentos emitidos no Procedimento 13 e como data final a indicada nos documentos deste Procedimento. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Registrar em um novo CF (NFVC) um item vinculado ao totalizador programado no Procedimento 85 ou, no caso de ECF com MFD, um dos itens programados anteriormente.
Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Conectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal anteriormente utilizado.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. O CF (NFVC) em emissão deve ser automaticamente finalizado quando da entrada em MIT e uma RZ e uma LX devem ser automaticamente emitidas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o dispositivo resinado ou, no caso de haver um único ECF recebido, conectar o dispositivo adicional de entrada.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desconectar o dispositivo instalado de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o outro dispositivo, inicialmente utilizado.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir nova LMF, por intervalo de CRZ, tendo como CRZ inicial aquele da RZ emitida no Procedimento 20 e como CRZ final o indicado na última RZ emitida. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LMF simplificada, por intervalo de data, tendo como data inicial aquela indicada nos documentos emitidos no Procedimento 13 e como data final a indicada nos documentos deste Procedimento. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LMF simplificada, por intervalo de CRZ, tendo como CRZ inicial aquele da RZ emitida no Procedimento 20 e como CRZ final o indicado na última RZ emitida. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 88 – Desconexão da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD removível.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF (NFVC) um dos itens programados anteriormente. Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica.
Desconectar a MFD. Religar o ECF.
O ECF deve estar em estado inoperante e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Conectar a MFD anteriormente utilizada. Religar o ECF.
Registrar novo item no CF (NFVC) em emissão.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar a MFD e conectar a MFD do outro ECF. Religar o ECF.
Executar comando para registrar novo item no CF (NFVC) em emissão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar a MFD e conectar a MFD anteriormente utilizada. Religar o ECF.
Finalizar o CF (NFVC). Verificar os requisitos R4 (R16). COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF de entrada. CCF (CVC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRZ deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 89 – Novo usuário
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar novo CNPJ, mantendo a mesma Inscrição Estadual (IE) e, se houver, a mesma Inscrição Municipal (IM).
Colocar o ECF em condições de emitir CF (NFVC) após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1". CRO deve estar incrementado de uma unidade. O valor de CRZ deve ser igual ao indicado na LMF de entrada. Todos os demais contadores devem estar zerados. Todos os totalizadores devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar nova Inscrição Estadual (IE), mantendo o mesmo CNPJ e, se houver, a mesma Inscrição Municipal (IM).
Colocar o ECF em condições de emitir CF (NFVC) após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1". CRO deve estar incrementado de uma unidade. O valor de CRZ deve ser igual ao indicado na LMF de entrada. Todos os demais contadores devem estar zerados. Todos os totalizadores devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Se houver Inscrição Municipal (IM), colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar nova Inscrição Municipal (IM), mantendo o mesmo CNPJ e a mesma Inscrição Estadual (IE).
Colocar o ECF em condições de emitir CF (NFVC) após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1". CRO deve estar incrementado de uma unidade. O valor de CRZ deve ser igual ao indicado na LMF de entrada. Todos os demais contadores devem estar zerados. Todos os totalizadores devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir um CF (NFVC) com valor total diferente de zero.
Emitir uma RZ.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar CNPJ, IE e, se houver, IM com os mesmos valores indicados na última LX emitida neste Procedimento.
Colocar o ECF em condições de emitir CF (NFVC) após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. GT deve ter o mesmo valor indicado na RZ emitida neste Procedimento. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os novos valores de CNPJ, IE e IM para os três novos usuários programados neste Procedimento devem estar indicados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Parte V - Configuração Inicial do ECF
para Registro de Prestação de Serviço de Transporte de Passageiro
Os Procedimentos que constituem as Partes V e VI devem ser executados somente para ECF que emita Cupom Fiscal para registro de prestação de serviço de transporte de passageiro.
Procedimento 90 – Programação
Entradas:
Ações:
Levantar, com base nas instruções de operação para usuário e nas instruções de programação, a relação de totalizadores programáveis.
Todas as programações indicadas a seguir devem ser feitas de forma a explorar a capacidade máxima permitida de totalizadores, mensagens e discriminações.
Entrar em Modo de Intervenção Técnica (MIT). Para colocar o equipamento em MIT, o interruptor verificado em 8.5 deve estar em estado de circuito aberto. Uma Leitura X (LX) deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Se o ECF dispõe de MFD, a LX não deve ser emitida. Se a LX for emitida, verificar os requisitos R3 e o Contador de Ordem de Operação (COO), que deve ter o valor "1".
Se o ECF dispõe de MFD, iniciar a MFD.
Programar todas as unidades da federação suportadas pelo ECF. Programar todos os totalizadores com cargas tributárias (alíquotas) distintas, vinculados às unidades da federação. Programar o Número de Ordem Seqüencial do ECF (ECF) com valor diferente de zero. Programar os números da loja e do operador, se houver. Programar os percentuais de desconto e de acréscimo, se houver. Se o ECF permitir operação de desconto sobre itens vinculados ao ISSQN, esta deve ser habilitada. Definir e programar os parâmetros de programação existentes. Os valores dos parâmetros devem ser definidos mediante consulta aos representantes das unidades federadas no Grupo de Trabalho específico da COTEPE/ICMS.
Programar todos os meios de pagamento com discriminações distintas. Entre os meios de pagamento devem estar: "dinheiro", "cheque" e "cartão".
Programar data e hora. Programar razão social e endereço modelos. Programar mensagem suplementar modelo, se for o caso. Programar as operações não-fiscais e os relatórios gerenciais. Um dos relatórios gerenciais deve ser programado como "estorno de CCD". Programar a comunicação com os periféricos, se houver. Programar os símbolos para codificação do Totalizador Geral.
Programar razão social, Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e Inscrição Estadual (IE) para todas as empresas prestadoras de serviços suportadas pelo ECF, se o equipamento o permitir.
Cadastrar dois nomes de localidades distintas para cada totalizador existente, se for o caso, vinculado a cada unidade da federação.
No caso de ECF-MR, os valores unitários das prestações devem ser cadastrados e devem estar limitados a 4 dígitos, incluindo os centavos.
Nos casos de ECF-IF ou ECF-PDV, criar - para uso em Procedimentos posteriores - uma base de dados com itens distintos – na discriminação das localidades, unidades da federação e nos valores unitários – de prestação de serviços, nas mesmas condições do parágrafo anterior.
Cadastrar um percurso de prestação de serviço de transporte, abrangendo todas as localidades anteriormente cadastradas, se o equipamento o permitir.
Sair do MIT. Para sair do MIT, o interruptor verificado em 8.5 deve estar em estado de circuito fechado. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. Se houve emissão de LX na entrada em MIT, COO deve estar incrementado de uma unidade, caso contrário, deve ter o valor "1". O Contador de Reinício de Operação (CRO) deve ter o valor "1". Todos os totalizadores programados e todos os demais contadores devem estar impressos e zerados.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. Comparar com os valores programados. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido. O Contador Geral de Relatório Gerencial (GRG) e os Contadores Específicos de Relatório Gerencial (CER) podem ter como valores iniciais impressos "0" ou "1". Todos os demais contadores impressos, exceto CRO, devem ter o valor "0".
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 91 – Programações de CNPJ, IE e IM
Entradas:
Ações:
Executar comando para a emissão de um CF com o registro de uma das prestações de serviço de transporte programadas anteriormente. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Se houver Inscrição Municipal (IM):
Entrar em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar CNPJ e IE.
Executar comando para a emissão de um CF com o registro de uma prestação de serviço de transporte programada anteriormente. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Parte VI - Análise Funcional do ECF
para Registro de Prestação de Serviço de Transporte de Passageiro
Durante a execução dos Procedimentos 92 a 155, se houver emissão automática da Leitura da Memória de Trabalho (LMT), verificar os requisitos R13.
Procedimento 92 – Totalizadores e Meios de Pagamento sem Troco e Cupom Adicional
Entradas:
Ações:
Emitir uma LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, o Totalizador Geral (GT), a Venda Bruta Diária (VB) e a Venda Líqüida Diária (VL) devem estar impressos e zerados.
Emitir um CF com registro de prestação intermunicipal para cada um dos totalizadores e para cada unidade da federação programados. Para um dos CF emitidos, registrar o número da cédula de identidade, o nome e o endereço do tomador do serviço. Se o ECF permitir, emitir esses CF para cada empresa prestadora de serviço cadastrada no Procedimento 90. Para cada CF, registrar taxa de embarque, seguro ou outros lançamentos existentes e utilizar todos os meios de pagamento programados anteriormente, com informações adicionais. O valor total dos pagamentos deve ser igual ao total da prestação.
Imprimir mensagem suplementar, se houver, como parte do CF.
Para cada CF, verificar os requisitos R4.3. COO e o Contador de Cupom Fiscal (CCF) devem estar incrementados de uma unidade e devem estar indicados os meios de pagamento utilizados em cada CF emitido, com os respectivos valores lançados.
Se o ECF dispõe de MFD, transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os documentos emitidos neste Procedimento.
Emitir cupom adicional para o último CF emitido. Verificar os requisitos R4.4. Os valores de CCF, COO e total da prestação devem ser os mesmos do último CF emitido na ação anterior deste Procedimento.
Emitir nova LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores dos meios de pagamento e de troco devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 93 – Totalizadores e Meios de Pagamento com Troco
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com registro de prestação interestadual para cada um dos totalizadores programados e com origem em cada unidade da federação. Se houver percurso cadastrado, não emitir CF para a unidade cadastrada como destino final do percurso. Se o ECF permitir, emitir esses CF para cada empresa prestadora de serviço cadastrada. Para cada CF, registrar taxa de embarque, seguro ou outros lançamentos existentes e utilizar todos os meios de pagamento programados anteriormente. O valor total dos pagamentos deve ser superior ao total da prestação.
Para cada CF, verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade em cada CF e devem estar indicados os meios de pagamento utilizados com os respectivos valores lançados.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores dos meios de pagamento devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN.
Executar comando para emissão de cupom adicional.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 94 – Mapa Resumo de Viagem
Este Procedimento deve ser executado somente se houver percurso cadastrado no ECF.
Entradas:
Ações:
Emitir um Mapa Resumo de Viagem (MRV). Verificar os requisitos R5. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último documento emitido. O Contador de Mapa Resumo de Viagem (CMV) deve conter o valor "1".
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 95 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z e alteração para horário de verão
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir Redução Z (RZ). Não ajustar o relógio para avanço ou recuo de até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e o Contador de Reduções Z (CRZ) devem estar incrementados de uma unidade.
Executar o comando para ajuste de horário de verão.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Se o equipamento o permitir, cadastrar novo percurso de prestação de serviço de transporte, abrangendo todas as localidades anteriormente cadastradas, com sentido inverso ao percurso cadastrado no Procedimento 90.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO não deve estar incrementado.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Verificar a indicação da hora que deve estar adiantada em aproximadamente 1 (uma) hora em relação à RZ deste Procedimento. Deve, ainda, estar impressa a letra "V", em caixa alta, após a hora indicada no documento.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 96 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 90 a 95.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na última RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 90 a 95.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 90 a 95.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 90 a 95.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. O Contador de Fita-detalhe (CFD) deve conter o valor "1".
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 97 – Desconto em item
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço. Registrar operação de desconto para a prestação.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e, se existir, em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN. Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos descontos abatidos.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 98 – Desconto em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço. Registrar operação de desconto em subtotal.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e, se existir, em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto rateado e abatido. O rateio do valor do desconto é proporcional aos valores dos itens.
Se o ECF não permitir a operação de desconto sobre itens vinculados ao ISSQN, o desconto deve incidir sobre a parcela do subtotal sujeita ao ICMS e ser rateado e abatido dos totalizadores parciais de ICMS referentes aos itens registrados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 99 – Desconto em item e em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço. Registrar operações de desconto em item e em subtotal.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e, se existir, em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos descontos em itens abatidos e com o valor do desconto em subtotal rateado e abatido. O rateio do valor do desconto em subtotal é proporcional aos valores dos itens.
Se o ECF não permitir a operação de desconto sobre itens vinculados ao ISSQN, o desconto em subtotal deve incidir sobre a parcela do subtotal sujeita ao ICMS e ser rateado e abatido dos totalizadores parciais de ICMS referentes aos itens registrados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 100 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Não ajustar o relógio para avanço ou recuo de até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 101 – Desconto em subtotal sem desconto em ISSQN
Este Procedimento deve ser executado somente se o ECF permitir a operação de desconto sobre prestações vinculadas ao ISSQN.
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desabilitar a operação de desconto sobre prestações vinculadas ao ISSQN.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir um CF com o registro de uma prestação interestadual. Registrar operação de desconto em subtotal.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir RZ. Não ajustar o relógio para avanço ou recuo de até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de descontos em ICMS e em ISSQN, devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de descontos e de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto rateado e abatido. O rateio do valor do desconto é proporcional aos valores dos itens.
O desconto deve incidir sobre a parcela do subtotal sujeita ao ICMS e ser rateado e abatido dos totalizadores parciais de ICMS referentes aos itens registrados.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 102 – Acréscimo em item
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço. Registrar operação de acréscimo para a prestação.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimo em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF. Os valores dos acréscimos devem estar somados ao GT e a VB. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos acréscimos somados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 103 – Acréscimo em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço. Registrar operação de acréscimo em subtotal.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimo em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF. O valor do acréscimo deve estar somado ao GT e a VB. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com o valor do acréscimo rateado e somado. O rateio do valor do acréscimo é proporcional aos valores dos itens.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 104 – Acréscimo em item e em subtotal
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço. Registrar operações de acréscimo em item e em subtotal.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimo em ISSQN e ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos os totalizadores de ISSQN.
Os valores acumulados nos totalizadores programados devem ser líquidos, isto é, com os valores dos acréscimos em itens somados e com o valor do acréscimo em subtotal rateado e somado. O rateio do valor do acréscimo em subtotal é proporcional aos valores dos itens.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 105 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Não ajustar o relógio para avanço ou recuo de até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 106 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 97 a 105.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 97 a 105.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 97 a 105.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 97 a 105.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 107 – CF cancelado em emissão
A inexistência de comando para cancelar CF em emissão impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Cancelar o CF em emissão.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O Contador de Cupom Fiscal Cancelado (CFC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e o totalizador de cancelamentos em ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF.
Todos os totalizadores programados devem estar impressos e zerados. VL deve ser igual a VB menos cancelamentos e valores tributados pelo ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 108 – CF para cancelamento de um CF
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir o Cupom Fiscal para cancelamento do último CF emitido.
Verificar os requisitos R4.1. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Registrar em um novo CF uma prestação de serviço. Registrar operações de desconto em item e em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir o Cupom Fiscal para cancelamento do último CF emitido.
Verificar os requisitos R4.1. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Registrar operações de acréscimo em item e em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir o Cupom Fiscal para cancelamento do último CF emitido.
Verificar os requisitos R4.1. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC deve estar incrementado de três unidades em relação à LX de entrada. GT, VB e o totalizador de cancelamentos em ICMS devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas nos CF cancelados neste Procedimento. Todos os totalizadores programados e os totalizadores de descontos e de acréscimos devem estar impressos e zerados. VL deve ser igual a VB menos cancelamentos e valores tributados pelo ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 109 – Verificação da condição de cancelamento apenas do CF imediatamente anterior
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Utilizar um único meio de pagamento com valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF.
Emitir o CF para cancelamento do CF emitido neste Procedimento. O resultado deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir nova LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC deve ser igual ao da última LX emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 110 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma RZ deve ser automaticamente emitida. Ajustar o relógio em até mais ou menos cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Verificar a hora, que deve estar indicada de acordo com os minutos ajustados neste Procedimento. Deve, ainda, estar impressa a letra "V", em caixa alta, junto à hora indicada no documento.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 111 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 107 a 110.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 107 a 110.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 107 a 110.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 107 a 110.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 112 – Alteração de hora
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
No caso de ECF sem MFD, se a data corrente indicada no relógio de tempo-real for diferente da relativa à gravação do último valor de CRO, ajustá-la para a data de gravação desse valor.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora anterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO, ou, no caso de ECF com MFD, com hora anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora igual à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com hora igual à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora posterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com hora posterior à da LX emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação da hora deve corresponder à hora programada neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora posterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com hora posterior à do último documento emitido neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 113 – Alteração de data
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajustar o relógio com data anterior à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com data anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
No caso de ECF sem MFD, executar o comando para ajustar o relógio com data igual à indicada na LMF, relativa à gravação do último valor de CRO.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. No caso de ECF sem MFD, a indicação da data deve corresponder à data programada na ação anterior deste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajustar o relógio com data posterior à indicada na LMF emitida neste Procedimento, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com data posterior à da última LX emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação da data deve corresponder à data programada na ação anterior deste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para ajustar o relógio com data posterior à indicada na LMF emitida neste Procedimento, relativa à gravação do último valor de CRO ou, no caso de ECF com MFD, com data posterior à do último documento emitido neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 114 – Alteração de Número de Ordem Seqüencial do ECF
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para alterar o Número de Ordem Seqüencial do ECF (ECF), registrando valor igual a zero.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para alterar o Número de Ordem Seqüencial do ECF (ECF), registrando valor diferente de zero.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação do Número de Ordem Seqüencial do ECF deve corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para alterar o Número de Ordem Seqüencial do ECF. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 115 – Alteração de Razão Social e de Nome de Fantasia
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar a Razão Social (RS) e, se houver, o nome de fantasia.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações da RS e, se houver, do nome de fantasia devem corresponder aos programados neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar a RS e, se houver, o nome de fantasia. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 116 – Alteração de Prestador de Serviço
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar CNPJ e IE de uma das empresas prestadoras de serviço de transporte cadastradas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para alterar a empresa prestadora de serviço programada neste Procedimento. O resultado da execução deve ser indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação. Devem estar indicados os dados da empresa prestadora de serviço de transporte cadastrada neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 117 – Alteração de endereço
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para alterar o endereço.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. A indicação do endereço deve corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para alterar o endereço. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 118 – Alteração de alíquotas para totalizadores de ICMS
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar as alíquotas dos totalizadores de ICMS.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações das alíquotas devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar as alíquotas dos totalizadores de ICMS. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 119 – Alteração de meios de pagamento
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar os meios de pagamento programáveis, mantendo suas denominações e mudando suas posições relativas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações dos meios de pagamento devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar todos os meios de pagamento. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 120 – Alteração de operações não fiscais
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar as operações não-fiscais programáveis, mantendo suas denominações e mudando suas posições relativas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações das operações não-fiscais devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar todas as operações não-fiscais programáveis. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 121 – Alteração de relatórios gerenciais
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar os comandos para alterar os relatórios gerenciais programáveis, mantendo suas denominações e mudando suas posições relativas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. As indicações dos relatórios gerenciais devem corresponder ao programado neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar os comandos para alterar todos os relatórios gerenciais programáveis. Os resultados das execuções devem ser indicações de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 122 – Alteração de símbolos de codificação do GT
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando para alterar os símbolos para codificação do GT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. O GT codificado indicado na LX deve estar compatível com os símbolos programados neste Procedimento.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para alterar os símbolos para codificação do GT. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Devem estar indicados os incrementos de CRO ocorridos neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação. Os símbolos de codificação do GT programados neste Procedimento, com as respectivas data e hora de gravação devem estar corretamente indicados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 123 – Alteração de mensagem suplementar
Este Procedimento deve ser aplicado somente para ECF-MR.
Entradas:
Ações:
Executar o comando para alterar a mensagem suplementar.
Emitir um CF com o registro de uma prestação programada anteriormente. Verificar os requisitos R4.3. CCF deve estar incrementado de uma unidade em relação ao CF de entrada. A indicação da mensagem suplementar deve corresponder ao programado neste Procedimento. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF de entrada.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 124 – Preenchimento de cheque
A inexistência de comando para preenchimento de cheque impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Verificar a estrutura do comando para preenchimento de cheque, que deve conter como argumentos de entrada:
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
Verificar a impressão dos dados fornecidos. A quantia e o mês devem estar impressos corretamente por extenso. O nome do favorecido deve estar impresso em apenas uma linha e as informações adicionais em, no máximo, três linhas.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 125 – Preenchimento de cheque com overflow
A inexistência de comando para preenchimento de cheque impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido ou o preenchimento do cheque com a indicação do nome do favorecido truncada, limitada a 80 caracteres.
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido ou o preenchimento do cheque com a indicação do nome do lugar de emissão truncada, limitada a 30 caracteres.
Executar comando de preenchimento de cheque, fornecendo:
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido ou o preenchimento do cheque com as informações adicionais truncadas, limitadas a 240 caracteres.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 126 – Autenticação após totalização e meio de pagamento
A inexistência de comandos para autenticações referentes a valor total ou valor de meio de pagamento não determina o encerramento do processo de análise.
Este Procedimento deve ser executado somente se existir pelo menos um desses comandos.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Utilizar todos os meios de pagamento programados anteriormente. Executar um comando de autenticação para o valor de cada meio de pagamento.
Cada autenticação deve conter, em no máximo duas linhas:
Repetir cinco vezes o comando de autenticação para cada valor impresso.
Para cada valor impresso o número total de autenticações realizadas neste Procedimento deve estar limitado a cinco.
Finalizar o CF.
Se o ECF permitir, executar um comando de autenticação para o valor total da prestação de serviço registrada no CF. A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 126.1 a 126.6. Repetir cinco vezes o comando de autenticação para o valor total impresso. O número total de autenticações deve estar limitado a cinco.
Registrar em um novo CF uma prestação de serviço. Totalizar o CF. Executar um comando de autenticação para o valor total do CF. A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 126.1 a 126.6. Repetir cinco vezes o comando de autenticação para o valor total registrado. O número total de autenticações realizadas deve estar limitado a cinco. Finalizar o CF.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores parciais de ICMS, GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF emitido neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 127 – Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e alteração de hora para ajuste de minutos
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Avançar o relógio em mais de cinco minutos. Se o argumento for aceito pelo ECF, o avanço no relógio deve ser de cinco minutos. Se o argumento não for aceito, avançar o relógio em até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Verificar a indicação da hora, que deve estar ajustada de acordo com os minutos adiantados neste Procedimento.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora anterior à indicada na LMF, relativa à gravação da última RZ, ou, no caso de ECF com MFD, com hora anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com hora igual à indicada na LMF, relativa à gravação da última RZ, ou, no caso de ECF com MFD, com hora igual à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Executar o comando para ajustar o relógio com data anterior à indicada na LMF, relativa à gravação da última RZ, ou, no caso de ECF com MFD, com data anterior à da LX emitida neste Procedimento.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 128 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 112 a 127.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 112 a 127.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 112 a 127.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 112 a 127.
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Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 129 – CF e Comprovante de Crédito ou Débito
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Utilizar o meio de pagamento "cartão", com valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Executar o comando para abrir um Comprovante de Crédito ou Débito (CCD). Aguardar a finalização automática do CCD, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da impressão do CCD.
Verificar os requisitos R8. O Contador de Comprovante de Crédito ou Débito (CDC) e o Contador Geral de Operação Não-Fiscal (GNF) devem conter o valor "1". COO deve estar incrementado de uma unidade. O valor impresso da operação deve ser igual ao valor total da prestação registrado no CF emitido neste Procedimento.
A impressão de segunda via do CCD não deve alterar os valores impressos dos acumuladores.
Executar o comando para reimprimir o CCD. Verificar os requisitos R8. GNF, CDC e COO não devem ser incrementados.
Executar o comando para reimprimir o CCD. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores parciais de ICMS, GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF emitido neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN.
Emitir o CF para cancelamento do CF emitido neste Procedimento. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Registrar em um novo CF uma prestação de serviço. Utilizar o meio de pagamento "cartão", com valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Emitir o CF para cancelamento do CF emitido na ação anterior. Verificar os requisitos R4.1. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Executar o comando para abrir um CCD. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX emitida neste Procedimento. GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF emitido anteriormente. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN e cancelamentos.
Registrar em um novo CF uma prestação de serviço. Utilizar o meio de pagamento "cartão", com valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Executar o comando para abrir um CCD. Aguardar a finalização automática do CCD, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da impressão do CCD.
Emitir o CF para cancelamento do último CF emitido neste Procedimento.
Se o comando for aceito, devem ser emitidos automaticamente, em primeiro lugar, o relatório gerencial para estorno da operação registrada no CCD anteriormente emitido e, posteriormente, o CF para cancelamento do último CF emitido. Caso contrário, o resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Se o resultado da ação anterior for a indicação de comando inválido:
Para o relatório gerencial de estorno de CCD anteriormente emitido, verificar os requisitos R10. COO deve estar incrementado de uma unidade. GRG e o respectivo CER devem estar incrementados de uma unidade em relação à última LX emitida.
Para o CF de cancelamento anteriormente emitido, verificar os requisitos R4.1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CCF deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último CF emitido neste Procedimento.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. CFC deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento. GT e VB devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF emitido anteriormente. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN e cancelamentos.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 130 – Comprovante Não-Fiscal com teste de autenticação
A inexistência de comandos para autenticações referentes a valor de operação não-fiscal ou a valor de meio de pagamento não impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um Comprovante Não-Fiscal (CNF) todas as operações não-fiscais programadas anteriormente.
Executar um comando de autenticação para o último valor de operação não-fiscal registrado.
A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 126.1 a 126.6.
Utilizar todos os meios de pagamento programados anteriormente. Executar um comando de autenticação para o último valor de meio de pagamento. A autenticação deve conter, em no máximo duas linhas, os requisitos 126.1 a 126.6.
Finalizar o CNF. Verificar os requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores de operações não-fiscais devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às respectivas operações não-fiscais registradas no CNF. Os Contadores de Operação Não-Fiscal (CON) específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB e VL devem estar inalterados em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 131 – Comprovante Não-Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e desconto em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CNF três das operações não-fiscais programadas anteriormente. Registrar operação de desconto para uma dessas operações e de acréscimo para outra. Registrar operação de desconto em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento programado anteriormente. Finalizar o CNF.
Verificar os requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores de operações não-fiscais devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às respectivas operações não-fiscais registradas no CNF. Os CON específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB, VL e os totalizadores de descontos e de acréscimos em ICMS devem estar inalterados em relação à LX de entrada.
Os valores acumulados nos totalizadores de operações não-fiscais devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto abatido e o do acréscimo somado nos totalizadores das respectivas operações e com o valor do desconto em subtotal rateado e abatido. O rateio do valor do desconto em subtotal é proporcional aos valores das operações.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 132 – Comprovante Não-Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e acréscimo em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CNF três das operações não-fiscais programadas anteriormente. Registrar operação de acréscimo para uma dessas operações e de desconto para outra. Registrar operação de acréscimo em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento programado anteriormente. Finalizar o CNF.
Verificar requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os totalizadores de operações não-fiscais devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às respectivas operações não-fiscais registradas no CNF. Os CON específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB, VL e os totalizadores de acréscimos e de descontos em ICMS devem estar inalterados em relação à LX de entrada
Os valores acumulados nos totalizadores de operações não-fiscais devem ser líquidos, isto é, com o valor do desconto abatido e o do acréscimo somado nos totalizadores das respectivas operações e com o valor do acréscimo em subtotal rateado e somado. O rateio do valor do acréscimo em subtotal é proporcional aos valores das operações.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 133 – Cancelamento de Comprovante Não Fiscal com operação de desconto e de acréscimo em subtotal
Entradas:
Ações:
Registrar em um CNF duas das operações não-fiscais programadas anteriormente. Registrar operação de desconto para uma dessas operações. Registrar operação de acréscimo em subtotal. Utilizar um único meio de pagamento programado anteriormente. Finalizar o CNF.
Verificar os requisitos R9. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir o Comprovante Não-Fiscal Cancelamento.
Verificar os requisitos R9.2. GNF e COO devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O Contador Geral de Operação Não-Fiscal Cancelada (NFC) deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. Os totalizadores de operações não-fiscais devem apresentar os mesmos valores indicados na LX de entrada. Os CON específicos para cada operação não-fiscal registrada neste Procedimento devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. GT, VB, VL e os totalizadores de descontos e de acréscimos em ICMS devem estar inalterados em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 134 – Estorno de meio de pagamento
A inexistência de comando para estorno de meio de pagamento impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Utilizar o meio de pagamento "cheque" com o valor igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Emitir um CNF para estorno do meio de pagamento, utilizando "dinheiro" como novo meio de pagamento e "cheque" como o meio de pagamento a ser estornado.
Verificar os requisitos R9.1. GNF deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O totalizador do meio de pagamento "cheque" deve conter o valor indicado na LX de entrada e o totalizador do meio de pagamento "dinheiro" deve indicar cumulativamente o valor estornado no CNF emitido neste Procedimento.
Registrar em um novo CF uma prestação de serviço. Utilizar o meio de pagamento "cheque" com o valor igual ao total da operação. Finalizar o CF.
Emitir um novo CNF para estorno do meio de pagamento, utilizando "cartão" como novo meio de pagamento e "cheque" como o meio de pagamento a ser estornado.
Verificar os requisitos R9.1. GNF deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para abrir um CCD. Aguardar a finalização automática do CCD, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da impressão do CCD.
Verificar os requisitos R8. CDC e GNF devem estar incrementados de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento. COO deve estar incrementado de uma unidade.
A impressão de segunda via do CCD não deve alterar os valores impressos dos acumuladores.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. O totalizador do meio de pagamento "cheque" deve conter o valor indicado na LX de entrada e o totalizador do meio de pagamento "cartão" deve indicar cumulativamente o valor estornado no último CNF emitido neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 135 – Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e teste de alteração para horário normal
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Executar o comando para sair do horário de verão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir RZ. Recuar o relógio em mais de cinco minutos. Se o argumento for aceito pelo ECF, o recuo no relógio deve ser de cinco minutos. Se o argumento não for aceito, recuar o relógio em até cinco minutos. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Verificar a indicação da hora, que deve estar ajustada de acordo com os minutos atrasados neste Procedimento. Deve, ainda, estar impressa a letra "V", em caixa alta, junto à hora indicada no documento.
Executar o comando para sair do horário de verão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido, se não tiver decorrido pelo menos 1 hora da data posterior à de movimento da RZ emitida neste Procedimento.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também devem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Executar o comando para sair do horário de verão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 136 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 129 a 135.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 129 a 135.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 129 a 135.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 129 a 135.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 137 – Falta de papel
Entradas:
Ações:
Retirar do ECF a bobina de papel. Executar comando para emissão de um CF.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Recolocar a bobina de papel.
Registrar em um CF uma prestação de serviço. Retirar do ECF a bobina de papel. Registrar no CF uma prestação de serviço programada anteriormente.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Recolocar a bobina de papel e registrar no CF uma prestação de serviço.
Finalizar o CF. Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 138 – Falta de energia durante emissão de LMF comandada diretamente no ECF
Entradas:
Ações:
Comandar a impressão de uma LMF diretamente no ECF, isto é, sem a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante a impressão da LMF. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a totalização da LMF, referente ao período da leitura até então impressa, seguida imediatamente pelo encerramento do documento.
Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" no local onde ocorreu a interrupção da impressão.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LMF. Verificar os requisitos R13.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 139 – Falta de energia durante emissão de LX comandada diretamente no ECF
Entradas:
Ações:
Comandar a impressão de uma LX diretamente no ECF, isto é, sem a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante a impressão da LX. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF de entrada. Deve ser impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LX. Verificar os requisitos R13.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 140 – Falta de energia durante emissão de CF, Cupom Adicional, RZ, LX e LMF
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço.
Desligar o ECF. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Pode haver o cancelamento automático do CF em emissão.
Se não houve o cancelamento do CF, finalizar o CF.
Verificar requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade. Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização do CF. Verificar os requisitos R13.
Se não houve o cancelamento do CF, emitir cupom adicional e desligar o ECF durante a emissão.
Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento. Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R4.4. O cupom adicional deve indicar COO, CCF e o valor total da prestação do CF emitido na ação anterior deste Procedimento.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização do cupom adicional. Verificar os requisitos R13.
Comandar a emissão de uma RZ. Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRZ deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da RZ. Verificar os requisitos R13.
Nos casos de ECF-IF ou ECF-PDV, comandar a emissão de uma LMF com a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LMF. Verificar os requisitos R13.
Nos casos de ECF-IF ou ECF-PDV, comandar a emissão de uma LX com a utilização do programa aplicativo verificado em 1.12. Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento.
Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD, após a finalização da LX. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 141 – Emissão de Relatório Gerencial
A inexistência de comando para emissão de relatório gerencial impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Emitir um relatório gerencial para cada tipo programado, exceto o relatório gerencial de "estorno de CCD". A finalização automática de cada relatório gerencial, comandada pelo ECF, deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da sua impressão. Verificar os requisitos R10. Para cada relatório gerencial impresso, COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último documento emitido. Para cada relatório gerencial impresso, GRG deve estar incrementado de uma unidade. Para cada tipo de relatório gerencial impresso, o respectivo CER deve estar incrementado de uma unidade. Os valores iniciais de GRG e CER devem ser verificados em relação à LX de entrada.
Executar o comando para abrir um relatório gerencial para um dos tipos programados, exceto o relatório gerencial de "estorno de CCD". Aguardar a finalização automática do relatório gerencial, comandada pelo ECF, que deve ocorrer em período não superior a 2 minutos, contados do início da sua impressão. Verificar os requisitos R10. COO, GRG e o respectivo CER devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 142 – Falta de energia durante emissão de Relatório Gerencial
A inexistência de comando para emissão de relatório gerencial impede a execução deste Procedimento e não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Comandar a emissão de um relatório gerencial para um dos tipos programados, exceto o relatório gerencial de "estorno de CCD". Desligar o ECF durante sua impressão. Aguardar pelo menos 30 segundos. Religar o ECF.
Deve ocorrer a reimpressão integral do documento em emissão ou a continuação automática da impressão a partir do ponto onde ocorreu a interrupção, podendo ocorrer a reimpressão de partes do documento. Deve estar impressa a mensagem "FALTA DE ENERGIA" ao término da impressão.
Verificar os requisitos R10. COO, GRG e o respectivo CER devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 143 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. A data do respectivo movimento deve ser igual à data de impressão. GT deve ter o mesmo valor indicado para o GT do usuário na LMF emitida neste Procedimento. Todos os demais totalizadores devem estar impressos e zerados.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 144 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 137 a 143.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 137 a 143.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 137 a 143.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 137 a 143.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 145 – Leituras da MF
Entradas:
Ações:
Executar o comando para leitura da Memória Fiscal (MF) via porta exclusiva do fisco. Como resultado, devem ser gerados um ou mais arquivos.
Verificar o arquivo do tipo texto no formato do documento LMF obtido na ação anterior, que deve corresponder à LMF de entrada.
Abrir o arquivo gerado com a utilização da planilha eletrônica ou do sistema de banco de dados. Verificar os requisitos R12.
Desligar o ECF. Efetuar uma leitura direta do conteúdo da MF, utilizando o dispositivo para acesso direto, verificado em 1.9, e o equipamento leitor de PROM ou EPROM. O resultado dessa leitura deve ser um arquivo em formato binário.
Converter o arquivo obtido para o formato do documento LMF, com a utilização do programa verificado em 1.11.
Verificar o resultado obtido na ação anterior, que deve corresponder à LMF de entrada.
Converter o arquivo obtido para formato que possa ser processado por planilha eletrônica ou sistema de banco de dados, com a utilização do programa verificado em 1.11.
Abrir o arquivo gerado com a utilização da planilha eletrônica ou do sistema de banco de dados. Verificar os requisitos R12.
Recolocar o ECF em condições de uso e religá-lo.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 146 – Comunicação com periféricos
Se não houver comunicação com periféricos programada anteriormente, além da referente ao mecanismo para preenchimento de cheque, este Procedimento não deve ser executado.
Entradas:
Ações:
Exercitar cada um dos periféricos ou emuladores previstos na entrada deste Procedimento. Para cada periférico ou emulador, o resultado dessa ação deve ser registrado em um CF distinto.
Para cada CF emitido, verificar os requisitos R4.3 . No primeiro CF, COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Nos demais CF, caso existam, COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade em relação ao CF anterior.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último CF emitido neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 147 – Programação de localidades em ECF-MR via aplicativo
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF-MR.
Entradas:
Ações:
Programar novas localidades, diferentes das programadas anteriormente, vinculando um exemplo para cada totalizador de carga tributária (alíquota) programado anteriormente. Essa programação deve utilizar o programa aplicativo de entrada.
Emitir documento que permita a visualização de todas as localidades programadas no ECF. As localidades devem corresponder à programação efetuada.
Alterar as localidades programadas neste Procedimento, com a utilização do aplicativo de entrada.
Emitir documento que permita a visualização de todas as localidades programadas no ECF. As localidades devem corresponder à programação efetuada.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao último documento emitido neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 148 – RZ antes e após as 24 horas
Entradas:
Ações:
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Se a hora indicada na LX for superior a 22:00h:
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando para emitir um CF. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar hora igual a 23:30h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF.
Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Antes das 24:00h, emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço, utilizando um dos meios de pagamento programados anteriormente.
Verificar os requisitos R4.3 . COO deve estar incrementado de uma unidade. CCF deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida neste Procedimento.
Imediatamente após as 24:00h, se o ECF permitir, registrar em um novo CF uma das prestações programadas anteriormente e aguardar durante 2 horas. Se o ECF permitir, registrar nova prestação no CF em emissão. Utilizar um único meio de pagamento. Finalizar o CF. Verificar os requisitos R4.3 . COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Executar comando para emitir um novo CF. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir nova RZ. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar o comando para ajuste do horário de verão.
Emitir um novo CF com o registro de uma prestação de serviço, utilizando um dos meios de pagamento programados anteriormente. Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade. Verificar a indicação da hora que deve estar atrasada em aproximadamente 1 (uma) hora em relação à última RZ deste Procedimento. Não deve estar impressa a letra "V" após a hora indicada no documento.
Colocar o ECF em MIT. Uma RZ deve ser automaticamente emitida. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade;
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da última RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A LMF deve identificar as RZ emitidas neste Procedimento e os valores acumulados nos totalizadores nessas RZ. As datas de gravação das duas últimas RZ devem ser iguais.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 149 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 145 a 148.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na última RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 145 a 148.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 145 a 148.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 145 a 148.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 150 – Leitura do Software Básico
Entradas:
Ações:
Executar o comando para leitura do Software Básico via porta exclusiva do fisco. Como resultado, deve ser gerado um arquivo no formato binário.
Confrontar o arquivo gerado com o arquivo verificado em 1.10. Os conteúdos desses arquivos devem ser idênticos.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 151 – Zeramento da Memória de Trabalho
Este Procedimento não deve ser executado para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Emitir um CF com o registro de uma prestação de serviço, utilizando todos os meios de pagamento programados anteriormente. O valor total dos pagamentos deve ser igual ao total da prestação.
Verificar os requisitos R4.3 . COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os meios de pagamento devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN.
Desligar o ECF e interromper a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Aguardar 10 segundos. Restabelecer a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Religar o ECF.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar um totalizador. Programar o Número de Ordem Seqüencial do ECF com valor diferente de zero. Programar os números da loja e do operador, se houver. Programar os parâmetros de programação existentes, conforme definido anteriormente.
Programar o meio de pagamento "dinheiro".
Programar data e hora. Programar razão social e endereço modelos.
No caso de ECF-MR, cadastrar na Memória de Trabalho duas localidades distintas vinculadas ao totalizador programado neste Procedimento, vinculado a uma unidade da federação. Os valores unitários das prestações devem ser cadastrados e estar limitados a 4 dígitos, incluindo os centavos.
Cadastrar um percurso abrangendo as localidades cadastradas neste Procedimento, se o equipamento o permitir.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1" ou estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores, exceto GT, e todos os demais contadores, exceto CRZ, devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 152 – Zeramento da Memória de Trabalho de ECF com MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço programada anteriormente.
Desligar o ECF e interromper a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Aguardar 10 segundos. Restabelecer a alimentação do dispositivo que implementa a Memória de Trabalho. Religar o ECF.
Registrar no CF em emissão um dos meios de pagamento programados anteriormente. O valor total dos pagamentos deve ser igual ao total da prestação. Finalizar o CF.
Verificar os requisitos R4.3. COO e CCF devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB, VL e os meios de pagamento devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às prestações registradas no CF. VL deve ser igual a VB menos valores tributados pelo ISSQN. CRO não deve estar incrementado em relação à LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 153 – Desconexão da Memória Fiscal e emissões de LMF por intervalos
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço entre as localidades programadas no Procedimento 151 ou, no caso de ECF com MFD, uma das prestações programadas anteriormente. Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica.
Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal. Religar o ECF.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Conectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal anteriormente utilizado. Religar o ECF.
O ECF deve permanecer em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. O CF em emissão deve ser automaticamente finalizado quando da entrada em MIT e uma RZ e uma LX devem ser automaticamente emitidas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o dispositivo resinado ou, no caso de haver um único ECF recebido, conectar o dispositivo adicional de entrada. Religar o ECF.
O ECF deve permanecer em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar o dispositivo instalado de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o outro dispositivo, inicialmente utilizado. Religar o ECF.
O ECF deve permanecer em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir uma LMF por intervalo de data, tendo como data inicial aquela indicada nos documentos emitidos no Procedimento 90 e como data final a indicada nos documentos deste Procedimento. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Registrar em um novo CF uma prestação de serviço entre as localidades programadas no Procedimento 151 ou, no caso de ECF com MFD, uma das prestações programadas anteriormente.
Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Conectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal anteriormente utilizado.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. O CF em emissão deve ser automaticamente finalizado quando da entrada em MIT e uma RZ e uma LX devem ser automaticamente emitidas.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desconectar o dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o dispositivo resinado ou, no caso de haver um único ECF recebido, conectar o dispositivo adicional de entrada.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desconectar o dispositivo instalado de armazenamento da Memória Fiscal e conectar o outro dispositivo, inicialmente utilizado.
O ECF deve estar em estado inoperante, não deve ter ocorrido emissão automática de uma LMT e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir nova LMF, por intervalo de CRZ, tendo como CRZ inicial aquele da RZ emitida no Procedimento 95 e como CRZ final o indicado na última RZ emitida. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LMF simplificada, por intervalo de data, tendo como data inicial aquela indicada nos documentos emitidos no Procedimento 90 e como data final a indicada nos documentos deste Procedimento. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LMF simplificada, por intervalo de CRZ, tendo como CRZ inicial aquele da RZ emitida no Procedimento 95 e como CRZ final o indicado na última RZ emitida. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 154 – Desconexão da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD removível.
Entradas:
Ações:
Registrar em um CF uma prestação de serviço entre as localidades programadas anteriormente. Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica.
Desconectar a MFD. Religar o ECF.
O ECF deve estar em estado inoperante e a tentativa de executar qualquer comando não deve surtir efeito.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Conectar a MFD anteriormente utilizada. Religar o ECF.
Registrar um meio de pagamento, com valor inferior ao total da prestação, no CF em emissão.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar a MFD e conectar a MFD do outro ECF. Religar o ECF.
Executar comando para registrar novo meio de pagamento no CF em emissão. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Desligar o ECF e desconectar a alimentação da rede elétrica. Desconectar a MFD e conectar a MFD anteriormente utilizada. Religar o ECF.
Finalizar o CF. Verificar os requisitos R4.3. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LMF de entrada. CCF deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir RZ. Verificar os requisitos R2. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRZ deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 155 – Novo usuário
Entradas:
Ações:
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar novo CNPJ, mantendo a mesma Inscrição Estadual (IE) e, se houver, a mesma Inscrição Municipal (IM).
Colocar o ECF em condições de emitir CF após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1". CRO deve estar incrementado de uma unidade. O valor de CRZ deve ser igual ao indicado na LMF de entrada. Todos os demais contadores devem estar zerados. Todos os totalizadores devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar nova Inscrição Estadual (IE), mantendo o mesmo CNPJ e, se houver, a mesma Inscrição Municipal (IM).
Colocar o ECF em condições de emitir CF após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1". CRO deve estar incrementado de uma unidade. O valor de CRZ deve ser igual ao indicado na LMF de entrada. Todos os demais contadores devem estar zerados. Todos os totalizadores devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Se houver Inscrição Municipal (IM), colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar nova Inscrição Municipal (IM), mantendo o mesmo CNPJ e a mesma Inscrição Estadual (IE).
Colocar o ECF em condições de emitir CF após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO deve conter o valor "1". CRO deve estar incrementado de uma unidade. O valor de CRZ deve ser igual ao indicado na LMF de entrada. Todos os demais contadores devem estar zerados. Todos os totalizadores devem estar zerados. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir um CF com valor total diferente de zero.
Emitir uma RZ.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar CNPJ, IE e, se houver, IM com os mesmos valores indicados na última LX emitida neste Procedimento.
Colocar o ECF em condições de emitir CF após a saída do MIT.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. GT deve ter o mesmo valor indicado na RZ emitida neste Procedimento. Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. Os novos valores de CNPJ, IE e IM para os três novos usuários programados neste Procedimento devem estar indicados.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Parte VII - Análise Funcional do ECF com
Solução para Restaurante ou Similar
Os Procedimentos que constituem esta Parte VI devem ser executados somente para ECF com solução para restaurante ou similar.
Durante a execução dos Procedimentos 156 a 178, se houver emissão automática da Leitura da Memória de Trabalho (LMT), verificar os requisitos R13.
Procedimento 156 – Registro de Vendas, Totalizadores e Conferência de Mesa
Entradas:
Ações:
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir uma LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, o Totalizador Geral (GT), a Venda Bruta Diária (VB) e a Venda Líqüida Diária (VL) devem estar impressos e zerados.
Emitir um Registro de Vendas (RV) com registro de todos os itens vinculados a totalizadores de ICMS para as mesas de 1 a 7. As quantidades dos itens registrados devem variar aleatoriamente.
Verificar os requisitos R6. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir um Conferência de Mesa (CM) para cada mesa aberta. Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido.
Emitir nova LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores de ICMS programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas no RV. VL deve ser igual a VB.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 157 – Cancelamento, Desconto e Acréscimo em Item no RV
Entradas:
Ações:
Emitir um RV com as seguintes ações:
Verificar os requisitos R6. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir um CM para cada mesa aberta. Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores de ICMS programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações de registro de item no RV. Os valores pendentes para os totalizadores devem estar impressos e devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações de desconto, acréscimo e cancelamento registradas no RV. VL deve ser igual a VB.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 158 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Emitir um RV com as seguintes ações:
Verificar os requisitos R6. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir um CM para cada mesa aberta. Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido. Não devem ser emitidos CM referentes às mesas 1 a 7. Os CM referentes às mesas 8 a 14 devem conter, respectivamente, os itens registrados nos CM de entrada referentes às mesas 1 a 7 e as operações marcadas para desconto, acréscimo e cancelamento.
Emitir relatório gerencial com informações das mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 7 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e os valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 159 – Descontos, Acréscimos em CM e Cancelamento de CM
A inexistência de comandos para marcação de desconto ou de acréscimo em subtotal em CM não determina o encerramento do processo de análise.
Entradas:
Ações:
Emitir um CM para a mesa 8 e marcar para acréscimo em subtotal.
Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir um CM para a mesa 9 e marcar para desconto em subtotal.
Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando para cancelamento do CM emitido na ação anterior.
O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir relatório gerencial de mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 7 mesas abertas. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores de ICMS programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem ser iguais aos da LX de entrada. Os valores pendentes para os totalizadores devem estar impressos e devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações de desconto e de acréscimo registradas nos CM emitidos neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 160 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Emitir um RV com as seguintes ações:
Verificar os requisitos R6. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir um CM para cada mesa aberta. Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido. Os CM referentes às mesas 1 a 7 devem conter, respectivamente, os itens registrados nos CM de entrada referentes às mesas 8 a 14 e as marcações para desconto, acréscimo e cancelamento, referentes aos itens. Não devem ser emitidos CM referentes às mesas 8 a 14.
Emitir relatório gerencial com informações das mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 7 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 161 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Emitir um RV com as seguintes ações:
Verificar os requisitos R6. COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada.
Emitir CM para as mesas 1, 7 e 15.
O resultado da execução da ação para as mesas 1 e 7 deve ser uma indicação de comando inválido.
Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido. O CM referente à mesa 15 deve conter todos os itens registrados nos CM de entrada, o item registrado neste Procedimento e as marcações para desconto e acréscimo, referentes aos itens.
Emitir relatório gerencial com informações das mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 6 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores de ICMS programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente o valor referente à operação de registro de item no RV. Os valores pendentes para os totalizadores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 162 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Emitir um RV com as seguintes ações:
O resultado da execução da última ação deve ser uma indicação de comando inválido.
Verificar os requisitos R6. COO deve estar incrementado de uma unidade eml;ão para usuário, verificadas em 1.
Emitir CM para as mesas 1, 7 e 15.
O resultado da execução da última ação, referente a mesa 15, deve ser uma indicação de comando inválido.
Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido. Os CM referentes às mesas 1 e 7 devem conter os respectivos itens transferidos neste Procedimento e as marcações para desconto e acréscimo, referentes aos itens.
Emitir relatório gerencial de mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 7 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e os valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 163 – Emissão de CF (NFVC)
Entradas:
Ações:
Emitir CF (NFVC) para as mesas 1 a 3. Para um dos CF (NFVC), registrar o número do CNPJ ou do CPF, o nome e o endereço do comprador das mercadorias ou tomador dos serviços.
Verificar os requisitos R4 (R16). No primeiro CF (NFVC), COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada e o Contador de Cupom Fiscal (CCF) - ou Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor (CVC) - deve conter o valor "1". Nos demais CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação ao CF (NFVC) anterior. As operações registradas nos CF (NFVC) emitidos devem corresponder às operações registradas nos CM respectivos.
Abrir CM para mesa 4. Registrar um item qualquer vinculado a totalizador de ICMS. Fechar CM.
Abrir CM para mesa 5. Registrar um item qualquer vinculado a totalizador de ICMS. Marcar para desconto o item registrado. Fechar CM.
Abrir CM para mesa 6. Registrar um item qualquer vinculado a totalizador de ICMS. Marcar para acréscimo o item registrado. Fechar CM.
Abrir CM para mesa 7. Registrar um item qualquer vinculado a totalizador de ICMS. Marcar para cancelamento o item registrado. Fechar CM.
Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido. Os CM referentes às mesas 4 a 7 devem conter os itens registrados nos respectivos CM de entrada, as marcações para desconto, acréscimo e cancelamento, referentes a esses itens e os itens e marcações registradas neste Procedimento.
Emitir relatório gerencial de mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 4 mesas abertas. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e os valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores registrados neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 164 – Emissão de CF (NFVC) com cancelamento e registro de item
Entradas:
Ações:
Abrir CF (NFVC) para a mesa 4.
Executar comando para registro de um item qualquer vinculado a totalizador de ICMS. Finalizar o CF (NFVC).
Abrir CF (NFVC) para a mesa 5.
Executar comando para cancelamento de um item que tenha sido marcado para cancelamento. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido Finalizar o CF (NFVC).
Para todos os CF (NFVC) emitidos neste Procedimento, verificar os requisitos R4 (R16). No primeiro CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Nos demais CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação ao CF (NFVC) anterior. Os itens registrados em cada CF (NFVC) devem corresponder aos registros nos respectivos CM de entrada e aos itens registrados neste Procedimento. Cada CF (NFVC) deve indicar as operações de desconto, de acréscimo e, opcionalmente, de cancelamento referentes aos respectivos itens.
Emitir relatório gerencial de mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 2 mesas abertas. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e os valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores registrados neste Procedimento. VL deve ser igual a VB menos cancelamentos e descontos.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 165 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir Redução Z (RZ). Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade. Todos os valores pendentes para os totalizadores devem estar impressos e devem ser iguais aos da LX de entrada.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h. Programar o ECF para não permitir registro de novo item em Conferência de Mesa.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento. Todos os valores pendentes para os totalizadores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 166 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 156 a 165.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na última RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 156 a 165.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 156 a 165.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 156 a 165.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 167 – Emissão de CF (NFVC) com divisão de conta
Entradas:
Ações:
Abrir CM para a mesa 6. Registrar um item qualquer vinculado a totalizador de ICMS. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido. Fechar o CM.
Emitir CF (NFVC) para a mesa 6, com divisão de conta na quantidade máxima permitida pelo ECF.
Emitir CF (NFVC) para a mesa 7, com divisão de conta na quantidade máxima permitida pelo ECF.
Verificar os requisitos R4 (R16). No primeiro CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Nos demais CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação ao CF (NFVC) anterior. As operações registradas nos CF (NFVC) emitidos devem corresponder às operações registradas nos CM respectivos.
Emitir relatório gerencial de mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Não devem estar indicadas mesas abertas. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores pendentes indicados na LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 168 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir Redução Z (RZ). Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h. Programar o ECF para não permitir a emissão de Registro de Venda e para permitir registro de novo item em Conferência de Mesa.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 169 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 167 e 168.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na última RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 167 e 168.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Comandar diretamente no ECF a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos Procedimentos 167 e 168.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos Procedimentos 167 e 168.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 170 – Registro de Vendas, Totalizadores e Conferência de Mesa
Entradas:
Ações:
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Emitir uma LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados.
Emitir um RV com registro de todos os itens vinculados a totalizadores de ICMS para a mesa 1. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir um CM com registro de todos os itens vinculados a totalizadores de ICMS para cada mesa de 1 a 7. Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido.
Emitir nova LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores de ICMS programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações registradas neste Procedimento. VL deve ser igual a VB.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 171 – Cancelamento, Desconto e Acréscimo em Item no CM
Entradas:
Ações:
Abrir CM para a mesa 2 e:
Abrir CM para a mesa 3 e marcar para desconto todos os itens registrados no respectivo CM de entrada.
Abrir CM para a mesa 4 e marcar para acréscimo todos os itens registrados no respectivo CM de entrada.
Abrir CM para a mesa 5 e:
Abrir CM para a mesa 6 e:
Abrir CM para a mesa 7 e:
Para cada CM emitido, verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores de ICMS programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações de registro de item nos CM. Os valores pendentes para os totalizadores devem estar impressos e devem indicar cumulativamente os valores referentes às operações de desconto, acréscimo e cancelamento registradas neste Procedimento. VL deve ser igual a VB.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 172 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Executar as seguintes ações:
Emitir um CM para cada mesa aberta. Verificar os requisitos R7. No primeiro CM, COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. Nos demais CM, COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao CM anterior. Os CM referentes às mesas 8 a 14 devem conter, respectivamente, os itens registrados nos CM de entrada referentes às mesas 1 a 7 e as operações marcadas para desconto, acréscimo e cancelamento.
Emitir relatório gerencial com informações das mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 7 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e os valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 173 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Executar as seguintes ações:
Emitir um CM para cada mesa aberta. Verificar os requisitos R7. No primeiro CM, COO deve estar incrementado de uma unidade em relação à LX de entrada. Nos demais CM, COO deve estar incrementado de uma unidade em relação ao CM anterior. Os CM referentes às mesas 1 a 7 devem conter, respectivamente, os itens registrados nos CM de entrada referentes às mesas 8 a 14 e as marcações para desconto, acréscimo e cancelamento, referentes aos itens.
Emitir relatório gerencial com informações das mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 7 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 174 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Executar as seguintes ações:
Emitir CM para as mesas 1 e 7. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Abrir CM para a mesa 15 e registrar um item qualquer vinculado a totalizador de ICMS. Fechar o CM.
Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade. O CM deve conter todos os itens registrados nos CM de entrada, o item registrado neste Procedimento e as marcações para desconto e acréscimo, referentes aos itens.
Emitir relatório gerencial com informações das mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 6 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores de ICMS programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente o valor referente à operação de registro de item no CM. Os valores pendentes para os totalizadores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 175 – Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas
Entradas:
Ações:
Executar as seguintes ações:
Executar comando para abrir CM para a mesa 15. O resultado da execução deve ser uma indicação de comando inválido.
Emitir CM para as mesas 1 e 7.
Verificar os requisitos R7. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada CM emitido. Os CM referentes às mesas 1 e 7 devem conter os respectivos itens transferidos neste Procedimento e as marcações para desconto e acréscimo, referentes aos itens.
Emitir relatório gerencial de mesas abertas. Verificar os requisitos R10. Devem estar indicadas 7 mesas abertas.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados e os valores pendentes para os totalizadores, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem ser iguais aos da LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 176 – Emissão de CF (NFVC)
Entradas:
Ações:
Emitir um CF (NFVC) para cada mesa aberta.
Verificar os requisitos R4 (R16). No primeiro CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação à LX de entrada. Nos demais CF (NFVC), COO e CCF (CVC) devem estar incrementados de uma unidade em relação ao CF (NFVC) anterior. As operações registradas nos CF (NFVC) emitidos devem corresponder às operações registradas nos CM respectivos.
Emitir LX. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, GT, VB e VL devem estar impressos e seus valores devem indicar cumulativamente os valores pendentes indicados na LX de entrada.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 177 – Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z
Entradas:
Ações:
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir Redução Z (RZ). Verificar os requisitos R2. COO e CRZ devem estar incrementados de uma unidade.
Emitir uma LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Colocar o ECF em MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Programar a data imediatamente seguinte à de gravação da RZ emitida neste Procedimento e hora igual a 08:00h.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Desligar e religar o ECF. Uma LMT deve ser automaticamente emitida, exceto em ECF com MFD. Verificar os requisitos R13.
Emitir nova LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. CRO deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LMF emitida neste Procedimento. A LMF deve identificar a última RZ emitida e os valores acumulados nos totalizadores nessa RZ.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade. Todos os totalizadores programados, VB e VL devem estar impressos e zerados. O valor do GT deve ser igual ao valor indicado na RZ emitida neste Procedimento.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Procedimento 178 – Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD
Este Procedimento deve ser executado somente para ECF que disponha de MFD.
Entradas:
Ações:
Transferir para arquivo, via porta serial, os dados gravados na MFD. Verificar requisitos R15. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 170 a 177.
Recuperar, para um arquivo, os dados a partir das informações impressas na última RZ emitida no Procedimento anterior. Verificar requisitos R14. Confrontar os dados com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 170 a 177.
Colocar o ECF em MIT. Não deve haver emissão automática de RZ. Uma LX deve ser automaticamente emitida, se o ECF não estiver impossibilitado. Verificar requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Executar comando, com o uso do programa aplicativo verificado em 1.18, para a emissão da Fita-detalhe referente aos documentos emitidos nos Procedimentos 170 a 177.
Verificar os requisitos R11. Confrontar a Fita-detalhe com os respectivos documentos emitidos nos Procedimentos 170 a 177.
Sair do MIT. Uma LX deve ser automaticamente emitida. Verificar requisitos R3. COO e CRO devem estar incrementados de uma unidade. CFD deve estar incrementado de uma unidade em relação à última LX emitida.
Também podem ser automaticamente emitidos documentos com valores dos parâmetros de programação. COO deve estar incrementado de uma unidade para cada documento emitido.
Emitir LMF. Verificar os requisitos R1. COO deve estar incrementado de uma unidade. A data, a hora, e os COO inicial e final da Fita-detalhe emitida neste Procedimento devem estar indicados corretamente.
Emitir LX. Verificar os requisitos R3. COO deve estar incrementado de uma unidade.
Confrontar as ações executadas neste Procedimento com a documentação pertinente.
Resultados:
Requisitos dos Documentos e Bancos de Dados
gerados pelo ECF
Modelos de Razão Social, Nome de Fantasia, Endereço e Mensagem Suplementar
Siglas e Acrônimos
A – C
CCD – Comprovante de Crédito ou Débito
CCF – Contador de Cupom Fiscal
CDC – Contador de Comprovante de Crédito ou Débito
CER – Contador Específico de Relatório Gerencial
CF – Cupom Fiscal
CFC – Contador de Cupom Fiscal Cancelado
CFD – Contador de Fita-detalhe
CM – Conferência de Mesa
CMV – Contador de Mapa Resumo de Viagem
CNC – Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor Cancelada
CNF – Comprovante Não-Fiscal
CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas
CON – Contador de Operação Não-Fiscal
COO – Contador de Ordem de Operação
CRO – Contador de Reinício de Operação
CRZ – Contador de Reduções Z
CVC – Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor
D – M
DLP – Dispositivo Lógico Programável
ECF – Emissor de Cupom Fiscal (ou Número de Ordem Seqüencial do ECF)
GNF – Contador Geral de Operação Não-Fiscal
GRG – Contador Geral de Relatório Gerencial
GT – Totalizador Geral
IE – Inscrição Estadual
IF – Impressora Fiscal
IM – Inscrição Municipal
ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza
LMF – Leitura da Memória Fiscal
LMT – Leitura da Memória de Trabalho
LX – Leitura X
MF – Memória Fiscal
MFD – Memória de Fita-detalhe
MIT – Modo de Intervenção Técnica
MR – Máquina Registradora
MRV – Mapa Resumo de Viagem
MT – Memória de Trabalho
N – Z
NFC – Contador Geral de Operação Não-Fiscal Cancelada
NFVC – Nota Fiscal de Venda a Consumidor
OEM – Original Equipment Manufacturer
PCF – Placa Controladora Fiscal
PDV – Terminal Ponto de Venda
RAE – Relatório de Análise de ECF
RS – Razão Social
RV – Registro de Venda
RZ – Redução Z
VB – Venda Bruta Diária
VL – Venda Líqüida Diária
Descrição |
Item |
PARTE I - Inspeção inicial do material recebido |
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Material recebido |
|
Identificação externa do ECF |
|
Listas de material |
|
PARTE II - Análise Estrutural do Hardware |
|
Recursos externos do ECF |
|
Sistema de lacração do ECF |
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Aparelhos e dispositivos internos agregados ao hardware dedicado às funções fiscais |
|
Dispositivos de Memória Fiscal |
|
Placa Controladora Fiscal |
|
Memória de Fita-detalhe (MFD) |
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Interface com o mecanismo impressor |
|
Dispositivo do Software Básico |
|
Documentação Fotográfica do ECF |
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PARTE III - Configuração Inicial do ECF |
|
Programação |
|
Programações de CNPJ, IE e IM |
|
PARTE IV - Análise Funcional do ECF |
|
Totalizadores e Meios de Pagamento sem Troco e Cupom Adicional |
|
Totalizadores e Meios de Pagamento com Troco |
|
Desconto em item |
|
Desconto em subtotal |
|
Desconto em item e em subtotal |
|
Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e alteração para horário de verão |
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Desconto em subtotal sem desconto em ISSQN |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
|
Acréscimo em item |
|
Acréscimo em subtotal |
|
Acréscimo em item e em subtotal |
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Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e alteração de hora para ajuste de minutos |
|
Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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CF (NFVC) cancelado totalizado em zero |
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CF (NFVC) cancelado em emissão |
|
Cancelamento de item |
|
Cancelamento de item com desconto |
|
Cancelamento de item com acréscimo |
|
CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item |
|
CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item com desconto |
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CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item com acréscimo |
|
CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item e com desconto em subtotal |
|
CF (NFVC) cancelado em emissão com cancelamento de item e com acréscimo em subtotal |
|
Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e teste de alteração para horário normal |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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CF (NFVC) para cancelamento de um CF (NFVC) com registro de item |
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CF (NFVC) para cancelamento de um CF (NFVC) com registro de item, acréscimo em item e descontos em item e em subtotal |
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CF (NFVC) para cancelamento de um CF (NFVC) com registro de item, desconto em item e acréscimos em item e em subtotal |
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Verificação da condição de cancelamento apenas do CF (NFVC) imediatamente anterior |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Alteração de hora |
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Alteração de data |
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Alteração de Número de Ordem Seqüencial do ECF |
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Alteração de Razão Social e de Nome de Fantasia |
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Alteração de endereço |
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Alteração de alíquotas para totalizadores de ICMS e de ISSQN |
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Alteração de meios de pagamento |
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Alteração de operações não fiscais |
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Alteração de relatórios gerenciais |
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Alteração de símbolos de codificação do GT |
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Alteração de mensagem suplementar |
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Preenchimento de cheque |
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Preenchimento de cheque com overflow |
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Autenticações após registro de item, desconto e acréscimo em item, totalização e meio de pagamento |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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CF (NFVC) e Comprovante de Crédito ou Débito |
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Comprovante Não Fiscal com teste de autenticação |
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Comprovante Não Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e desconto em subtotal |
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Comprovante Não Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e acréscimo em subtotal |
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Cancelamento de Comprovante Não Fiscal com operação de desconto e de acréscimo em subtotal |
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Estorno de meio de pagamento |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Falta de papel |
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Overflow para valor total do item |
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Falta de energia durante emissão de LMF comandada diretamente no ECF |
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Falta de energia durante emissão de LX comandada diretamente no ECF |
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Falta de energia durante emissão de CF (NFVC), Cupom Adicional, RZ, LX e LMF |
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Emissão de relatório gerencial |
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Falta de energia durante emissão de relatório gerencial |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Leituras da MF |
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Comunicação com periféricos |
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Programação de itens (PLU) em ECF-MR via aplicativo |
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RZ antes e após as 24 horas |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Leitura do Software Básico |
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Zeramento da Memória de Trabalho |
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Zeramento da Memória de Trabalho de ECF com MFD |
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Desconexão da Memória Fiscal e emissões de LMF por intervalos |
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Desconexão da MFD |
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Novo usuário |
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0PARTE V - Configuração Inicial do ECF para Registro de Prestação de Serviço de Transporte de Passageiro |
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Programação |
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Programações de CNPJ, IE e IM |
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0PARTE VI - Análise Funcional do ECF para Registro de Prestação de Serviço de Transporte de Passageiro |
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Totalizadores e Meios de Pagamento sem Troco e Cupom Adicional |
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Totalizadores e Meios de Pagamento com Troco |
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Mapa Resumo de Viagem |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z e alteração para horário de verão |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Desconto em item |
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Desconto em subtotal |
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Desconto em item e em subtotal |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Desconto em subtotal sem desconto em ISSQN |
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Acréscimo em item |
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Acréscimo em subtotal |
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Acréscimo em item e em subtotal |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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CF cancelado em emissão |
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CF para cancelamento de um CF |
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Verificação da condição de cancelamento apenas do CF imediatamente anterior |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Alteração de hora |
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Alteração de data |
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Alteração de Número de Ordem Seqüencial do ECF |
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Alteração de Razão Social e de Nome de Fantasia |
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Alteração de Prestador de Serviço |
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Alteração de endereço |
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Alteração de alíquotas para totalizadores de ICMS |
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Alteração de meios de pagamento |
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Alteração de operações não fiscais |
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Alteração de relatórios gerenciais |
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Alteração de símbolos de codificação do GT |
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Alteração de mensagem suplementar |
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Preenchimento de cheque |
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Preenchimento de cheque com overflow |
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Autenticação após totalização e meio de pagamento |
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Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e alteração de hora para ajuste de minutos |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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CF e Comprovante de Crédito ou Débito |
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Comprovante Não-Fiscal com teste de autenticação |
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Comprovante Não-Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e desconto em subtotal |
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Comprovante Não-Fiscal com operações de desconto e de acréscimo e acréscimo em subtotal |
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Cancelamento de Comprovante Não Fiscal com operação de desconto e de acréscimo em subtotal |
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Estorno de meio de pagamento |
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Leitura da Memória de Trabalho, Redução Z e teste de alteração para horário normal |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Falta de papel |
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Falta de energia durante emissão de LMF comandada diretamente no ECF |
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Falta de energia durante emissão de LX comandada diretamente no ECF |
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Falta de energia durante emissão de CF, Cupom Adicional, RZ, LX e LMF |
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Emissão de Relatório Gerencial |
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Falta de energia durante emissão de Relatório Gerencial |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Leituras da MF |
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Comunicação com periféricos |
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Programação de localidades em ECF-MR via aplicativo |
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RZ antes e após as 24 horas |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Leitura do Software Básico |
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Zeramento da Memória de Trabalho |
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Zeramento da Memória de Trabalho de ECF com MFD |
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Desconexão da Memória Fiscal e emissões de LMF por intervalos |
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Desconexão da MFD |
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Novo usuário |
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Parte VII - Análise Funcional do ECF com Solução para Restaurante ou Similar |
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Registro de Vendas, Totalizadores e Conferência de Mesa |
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Cancelamento, Desconto e Acréscimo em Item no RV |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Descontos, Acréscimos em CM e Cancelamento de CM |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Emissão de CF (NFVC) |
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Emissão de CF (NFVC) com cancelamento e registro de item |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Emissão de CF (NFVC) com divisão de conta |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Registro de Vendas, Totalizadores e Conferência de Mesa |
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Cancelamento, Desconto e Acréscimo em Item no CM |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Transferência de Mesa, Conferência de Mesa e Relatório Gerencial de mesas abertas |
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Emissão de CF (NFVC) |
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Leitura da Memória de Trabalho e Redução Z |
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Recuperação de documentos emitidos e Leitura da MFD |
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Anexo I - Requisitos dos Documentos e Bancos de Dados gerados pelo ECF |
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Anexo II - Modelos de Razão Social, Nome de Fantasia, Endereço e Mensagem Suplementar |
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Anexo III - Siglas e Acrônimos |
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